Às vésperas de completar um ano da Operação Fraternos PF volta a atacar órgãos públicos em Eunápolis e Porto Seguro.

Redação - 06/11/2018 - 20:34


Nesta terça, 06, a um dia de completar um ano da  deflagração da Operação Fraternos, que culminou com os afastamentos dos prefeitos Agnelo Santos, de Santa Cruz Cabrália; Robério Oliveira, de Eunápolis; e Cláudia Oliveira, de Porto Seguro, a Polícia Federal realizou operação no setor de licitação de Eunápolis e Porto.

De acordo com informações, Operação da Polícia Federal nesta terça-feira nas duas cidades,  vai de encontro com denuncias feitas por donos de empreiteiras que concorreram licitações e perderam de forma duvidosa, eles alegam que foram vitimas por parte das prefeituras  que tinha objetivo claro de beneficiar empresas ligadas ao grupo dos prefeitos em questão.

Durante esses dias, as populações dessas localidades têm vivido momentos de incertezas e de questionamentos sobre quais rumos, de fato, as ações da Polícia Federal vão seguir.

Os estragos foram enormes, não somente para os prefeitos afastados, que viram suas vidas se tornarem um inferno, com a ampla divulgação pela imprensa, mas, também para os municípios, que ficaram engessados, com suas atividades seriamente comprometidas.

Passados esses mais de 300 dias, os prefeitos evolvidos nos escândalos, continuam a frente das prefeituras sem qualquer impedimento por parte d ajustiça, ou seja, nunca mais prestaram qualquer esclarecimento e o resultado é este que aconteceu hoje.

A própria Justiça, nada explica sobre o andamento da Operação, e quais os resultados de toda aquela algazarra que aconteceu no final do ano de 2017. Enquanto isso, os prefeitos continuam acomodados em seus gabinetes sem o mínimo de cautela.

A sociedade começa a ficar impaciente, e a questionar, sobre: o que está acontecendo? E qual o desenrolar da Operação Fraternos?

Os três prefeitos são suspeitos de fraudar contratos de 33 licitações que somam R$ 200 milhões. Eles foram afastados de seus respectivos cargos pelo Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) por um período de cinco meses e sete meses após votarem a seus cargos, são alvos novamente de Operação da Polícia Federal por suspeitas de fraudes em licitações.

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Em itabela é diferente?Que a federal também esteve aqui alguma coisa aconteceu.
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