Clima quente na última audiência publica de Ampliação da Veracel em Eunapolis

J. Alencar, com informações - 15/08/2011 - 10:06


EUNÁPOLIS – A quarta audiência pública realizada pelo Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), como parte do processo de licenciamento do projeto de ampliação da Veracel Celulose, foi marcada por um amplo debate pelo promotor João Alves e o empresário Arnoldo Prado. Também ouve muitas manifestações de oposição, do movimento estudantil e de alguns setores dos movimentos agrários,

O centro de convenções do hotel Portal de Eunapolis ficou lotado, mais de 900 pessoas compareceram à audiência, entre eles, representantes de comunidades indígenas, estudantes, trabalhadores rurais, empresários e outras lideranças de movimentos sociais e do poder público.

O evento foi presidido pelo diretor geral do INEMA (Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos) Júlio Mota e contemplou, além de Eunápolis, os municípios de Itapebi, Itabela, Guaratinga e Itapemirim.

A empresa Veracel celulose, recebeu o apoio de produtores rurais, pequenos empresários, profissionais autônomos e comunidades indígenas para a ampliação da fábrica de celulose e da base florestal.

O representante do Ministério Público Estadual em Eunápolis, Dr. João Alves, disse em seu discurso: “não sou contra qualquer empreendimento. Ao contrário, o que queremos é que ele ande dentro da legalidade”, afirmou o promotor João Alves.

O evento realizado em Eunápolis encerra o ciclo de audiências públicas prevista na legislação ambiental da Veracel. O encontro serviu para esclarecer algumas questões, como a competência do órgão estadual INEMA para conduzir o licenciamento da ampliação da fábrica. Qualquer cidadão ainda poderá fazer suas considerações e contribuições ao processo em até cinco dias úteis através do site do INEMA (www.inema.ba.gov.br) ou se dirigindo por escrito ao mesmo órgão.

O processo de expansão da Veracel foi suspenso pela Justiça Federal, em decisão liminar expedida na terça-feira (09). Pelo procurador federal, Fernando Zelada, e o promotor João Alves Neto, que apontam irregularidades nos processos de licenciamento. A juíza substituta da Vara Única de Eunápolis, Dra. Roberta Gonçalves, levou em consideração os argumentos do procurador federal, e do promotor João Alves Neto, que apontam irregularidades no processo de licenciamento, mas as audiências públicas foram mantidas pela magistrada.

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Parabéns ao Dr João Alves promotor a Arnoldo prado e o MST e os estudantes por defender nossa região e ser contra esta poluidora do ár terra e das aguas esta empresa deveria ser chamada de VERASUJA e não VERACELos nossos empresarios e fazendeiros estão preucupado é com o bolço e não com o bem está da nossa polpulação
Morador antigo

Olha Alencar esta VERACEL e tão mafiosa que usa laranja para comprar terra vç sabe que a VERACEL quando compra terra ela tem que recupera os manancias e fazer APP que custa 17.000 mil por hequitares 1 alqueris tem 21hq ela pega seus empreiteiros e coloca para comprar as terras como Jilmar bertolde a Berola ai repassa para ela só a terra plana os laranjas fica com os vales e boqueiroes de graça e a VERACEL deixa de gastar 380.000 mil para recuperar 1 alqueiro de terra
Pesquisador de noticias

Parabéns ao Dr João Alves promotor ao Arnoldo prado ao MST e a os estudante por ser contra esta poluidora do ar das aguas e da terra esta empresa deveria VERASUJA e não VERCEL os nossos empresario e fazendeiros estão preucupados é com o bolço e não com bem está da nossa população
Pesquisador de noticias