
Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (12/07), no auditório do colégio estadual, professores decidiram por fim à greve na rede municipal de ensino, que teve início na quarta-feira (04). Desta forma, os profissionais retornam as atividades na sexta-feira (12/07).
Conforme a APLB, 100% dos professores presentes na reunião votaram a favor do fim da greve e retorno das aulas no próximo dia útil. A paralisação ocorreu em protesto a falta de dialogo do prefeito com a categoria,segundo a APLB, ele tem se negado reunir com a categoria para discuti uma pauta de pelo menos 6 reivindicações que trata desde as reformas das escolas ao Precatório do Fundef, dinheiro que se encontra na conta da prefeitura a mais de um ano e não houve uma reunião do gestor com a categoria para discutir sobre a destinação do recurso e aplicação do mesmo com diz a lei do FUNDE/FUNDEB .
Na avaliação da entidade, houve um avanço em relação ao início da greve. A categoria ganhou o apoio de pais e alunos durante a paralização, apesar das criticas feitas por meios de comunicação ligados a prefeitura sobre a greve, a maioria absoluta dos moradores de Itabela aprovaram e se manifestaram a favor do movimento. Durante a paralização, uma série de atos aconteceu durante a semana.
Lideranças do movimento se reuniram na última quarta-feira, 11/07 com os representantes do Legislativo, onde recebeu o apoio dos vereadores para intermediar uma reunião com o Gestor, a Secretaria de educação e o Procurador Geral do Município, em um prazo de 15 dias. A proposta foi discutida na assembleia geral e aprovada, caso o prefeito se ninguém em sentar com a categoria para discutir a pauta, eles voltam a paralisar suas atividades no prazo estipulado.
No período de sete dias de paralização, professores, sindicalista e outros trabalhadores da educação foram às ruas fazendo panfletagem de conscientização contra o descaso que vem ocorrendo com a educação.
A partir do dia 30 de julho, aconteceram reuniões para debater com todas as classes trabalhadoras, sobre o sistema próprio de previdência social do munícipio. Segundo o coordenador da à APLB-Sindicato, Valtim Rodrigues, outro assunto que vem sendo discutido entre a categoria é o precatório do FUDNEF e que o gestor não quer fazer acordo com a categoria.
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