
No dia 7 de outubro, ao ver o resultado do primeiro turno da eleição presidencial, em que Jair Bolsonaro (PSL) obteve 46% dos votos válidos, contra 29% de Fernando Haddad (PT), o Governador da Bahia decidiu tentar recuperar o máximo possível de votos.
Neste segundo turno, Rui Costa achava que Fernando Haddad reverteria o resultado. Ele levou um choque na hora que saiu a primeira pesquisa data folha e demostrou ter ficado com medo.
Apesar de Rui não ter integrado durante seu governo aos movimentos sociais, ele quando viu a crescente vantagem de Bolsonaro recorreu aos movimentos, como MST e outros, e começou a participa de manifestações. Exemplo disso foram os apelos aos moviementos nas redes sociais e as caminhadas nos municípios e na capital em busca dos votos.
"Se Bolsonaro for eleito, Rui Costa pode perder privilégios do Governo Federal como vinha tendo com seus companheiros Dilma e Lula e com Temer. Em discurso e nos vídeos na internet, Rui demostra está sim com um pouco de medo. Ele tem dito que o Governo de Bolsonaro será uma ditadura e um regime fascista, tentando passar isso para os brasileiros com o intuito de ganhar votos para seu candidato",conta um apodor.
"Ao contrario do que Rui Costa anda dizendo, Bolsonaro tem uma proposta conservadora, que enaltece os valores da família e uma sociedade do bem. Ele é uma pessoa muito bem intencionada que quer consertar essa bagunça que aconteceu no Brasil durante os 13 anos dos governos petistas e acabar com a inversão de valores" comenta apoiadores do candidato da direita.
Para os apoiadores, a perseguição a Bolsonaro tem um só objetivo, tentar amedrontar os eleitores para tentar crescer o candidato petista na pesquisas, caso o petista ganhasse as eleições, o Brasil e a Bahia continuaria na desorganização e a incoerência dos hábitos sociais. Como a liberdade de Lula através de perdão presidencial e os movimentos petistas continuar praticando arruaça e os baianos sofrendo com a insegurança onde a única liberdade que tem sai de casa para o trabalho e do trabalho para casa.
Esta é uma campanha em que o contra e o a favor precisam conviver. A eleição não permite meio termo e a defesa do “Fulano ou do Sicrano”, não pode ser pela metade. “O eleitorado está vivendo há anos na incerteza, os mesmos que levou o País a maior crise ética, moral, econômica e a corrupção querem continuar, esqueça partido e candidato, vamos votar pelo Brasil” finaliza um apoiador de Bolsonaro.