
Os professores e alunos de São João do Monte (Montinho), reclamam do calor nas salas de aulas e da falta de merenda, na escola improvisada adquirida pela secretaria de educação para iniciar as aulas até que a reforma da escola Carlos Alberto Parracho fiquem pronta.
Até a última quarta-feira (10/04) a escola estava funcionando sem energia. Segundo informações, uma determinação da secretária de educação Cristiane Coelho é de que matasse a alergia desligada até que a secretaria de educação resolvesse sobre a taxa que seria cobrada pelo locatário do prédio.
Com a energia desligada a escola ficou durante os dias que antecederam o início das aulas, sem água gelada, sem luz nas salas, eletrodoméstico e compactador da secretaria desligado. Com isso a merenda dos alunos ficou impossibilitada de ser feita.

O professoro Salvador Assis, estava com a camiseta molhada de suor no mento em que a reportagem esteve na escola, ele conta que entende a situação de transtorno devido a reforma da escola, más descorda de não atender os principio básicos escolar, ele conta que devido o forte calor os alunos ficam inquietos, reclamam e alguns até sente mal.
Os alunos voltam para suas casas suados, ficam desmotivados, não rende mais e não tem outra alternativa. Tem aluno que pinga de suor dentro da sala de aula. À tarde, fica insuportável. – explica uma professora
No momento em que a reportagem estava na referida escola que está funcionando em um prédio da Igreja Católica, o secretário de obras Ginivaldo Miranda Cabral, esteve no local, verificando a situação intolerável, autorizou que ligasse o patrão que transmite a energia para o prédio.
Mesmo com a energia ligada, as salas continuam sem ventilador e sem iluminação. Até o fechamento da matéria, nesta esta sexta-feira (12/04) os alunos continuam sem a merenda.

A falta de luminosidade ainda não é um problema principal dentro das salas de aula devido a forte luz solar, porém, o que incomoda de fato é a falta da merenda e o calor. Já estamos no desespero, não sei mais o que fazer com os alunos. Achei que ficaríamos no máximo um dia assim, mas pelo visto a secretária não se posiciona sobre a situação, o que pode se arrastar por algumas semanas.
De acordo com informações o prefeito Luciano Francisqueto que estava em viagem, não tinha conhecimento da situação reclamada pelos professores e alunos da escola. Diferente da secretária de educação, Cristiane Coelho e do Administrador distrital, Raimundo de Azevedo (Raimundão) , tinham conhecimento e não tomaram as devidas providencias.
A reportagem do Giro de Noticias comprovou que as cadeiras, mesas e equipamentos e a estrutura física do prédio, estão em bom estado e oferecem condições para funcionar até a conclusão das obras na escola Carlos Aberto Parracho.
O problema aparente, que precisa ser resolvido de imediato é a falta de ventiladores nas salas, merenda, internet, tômadas para ligar os equipamentos eletronicos e instalação de lâmpadas nas salas.