
Um jovem de 24 anos foi internado em estado grave no Hospital Geral de Eunápolis, após ter sido agredido por um grupo de homens no distrito de Monte Pascoal, em Itabela. O fato aconteceu na rua da Caixa D’água, na madrugada de terça-feira (31/12).
De acordo com parentes da vítima, Edimilson Neves de Jesus, os agressores estavam escondidos próximo da caixa d’água. A vítima na companhia de uma segunda pessoa, caminhavam pelo local quando foram surpreendidos pelos agressores.
Os familiares alegaram que os acusados não tiveram motivo para o espancamento e que não houve reação nenhuma por parte da vítima. Familiares disseram ainda, que os agressores teriam uma desavença com a pessoa que estava com a vítima", explicou um parente.
Agredido com socos e pontapés, o jovem segue em estado grave no Hospital Regional de Eunápolis e aguarda uma vaga no Hospital de Base, Luiz Eduardo Magalhães de Porto Seguro para ser transferido, conforme contou um parente. O Giro de Notícias não conseguiu contato com a unidade médica na manhã desta sexta-feira (03/01).
De acordo com a família, os três envolvidos na agressão não foram presos e continuam na cidade como se nada tivesse acontecido. “Eles terão que responder criminalmente por tentativa de homicídio, eles espancam uma pessoa inocente e devem ser punidos”, desabafa uma parente que não quis ser identificada.
Ainda segundo a família, após Edimilson Neves de Jesus, ser agredido foram imediatamente solicitar a ambulância para socorrer a vítima para o Hospital de Itabela. E tiveram a notícias que o veículo estava sem combustível. A vítima foi socorrida em um carro particular. Situação essa que será apurada pela Secretaria Municipal de Saúde que a princípio informa que desconhece essa situação da falta de combustível.
O fato acorrido não é uma ocorrência isolada no distrito, são muitas as ocorrências de violência deste tipo na localidade. O distrito com quase 8 mil habitantes vive desprotegido de Segurança Pública, a localidade não possuí policiamento efeito, os atendimentos nestes casos, são feitos pela polícia da sede do município que fica 28 km distante.
A falta de policiamento na localidade dificulta até nas investigações da polícia. Desprotegidas, as pessoas tem medo de denunciar os casos de violência que ocorre na localidade.