No primeiro, o governador Jaques Wagner rompeu o contrato que o governo tinha com o Banco do Brasil para administrar as contas do governo até 2012 (tomadas do Bradesco no início da administração atual), pelo qual o BB pagou R$ 400 milhões ao Estado da Bahia.
No segundo, recontratou o mesmo Banco do Brasil com o mesmo objetivo até 2015.
O deputado diz que operação é cheia de irregularidades. E cita duas:
1 – A Lei das Licitações proíbe o poder público de contratar o mesmo ente quando há distrato, como ocorreu no caso.
2 – Ele não sabe quanto o BB pagou pelo novo contrato, mas cita que, em outros estados, governos firmaram contratos similares assegurando ao BB a exclusividade para servidores fazerem empréstimos consignados (hoje é o servidor quem escolhe o banco), o que também é irregular.
Gaban presume que na Bahia está ocorrendo o mesmo processo. O governo Wagner ainda não se pronunciou sobre o fato.
Por: J. Alencar