
O presidente Jair Messias Bolsonaro sai fortalecido e se blinda contra ameaças de grupo de direita e que se uniram com a esquerda na tentativa de mesmo sem fundamento criar um impeachment do Presidente, com a esperança que assim conseguirem abrir um caminho para chegar ao Palácio do Planalto em 2022.
O resultado das eleições com a vitória esmagadora de Arthur Lira eleito presidente da Câmara com 302 votos e Rodrigo Pacheco, do Democratas de Minas Gerais, eleito presidente do Senado com 57 votos, dar ao Presidente Jair Bolsoanro a esperança de avançar as reformar importante do pais e a garantia de que não tem impeachment forjado como estava sendo arquitetado.
Rodrigo Pacheco e Arthur Lira ocuparão a Presidência do Senado e do Congresso até fevereiro de 2023. Pacheco afirmou que trabalhará pela independência da Casa, no combate à pandemia e pelo equilíbrio econômico do país.
Arthur Lira que já era líder dos partidos do Centrão, que fazem parte da base do governo na Câmara, tem um compromisso de pautar todas as reformas e projetos que serão importante para a economia do País nos próximos dias.
O que está muito claro que o atual Presidente do Congresso é contra o processo de impeachment do Presidente Bolsonaro como era da vontade de Rodrigo Maia. O presidente da Câmara tem a prerrogativa de decidir, sozinho, se abre ou não um processo de impeachment para afastar o presidente da República.
O resultado das eleições representa uma vitória política de total importância para presidente da República, Jair Bolsonaro, que trabalhava para ter um aliado no comando das duas Casas.
Empenhado em derrotar Maia, o Planalto contou com o apoio da população brasileira que foram para Brasília em caravanas e ficaram até o fim das eleições pressionando seus deputados a votarem nos candidatos do Presidente Jair Bolsonaro.
As promessas de Rodrigo Maia foram tantas que alguns deputados ficaram reticentes se ele conseguiria cumprir o acordado. Uma das promessas era o processo de impeachment, mesmo ele sabendo que não teria fundamento.
Já prevendo a derrota, na véspera da votação, veio a pá de cal dentro do próprio partido de Maia. O presidente do DEM, o ex-prefeito ACM Neto (BA), liberou os parlamentares da legenda para votarem em quem quisessem.
Antes, parlamentares do DEM na Bahia já tinham indicado que votariam em peso a favor de Lira. A atitude irritou ainda mais Rodrigo Maia por considerar que tinha influência perante ACM Neto que acabou se desentendendo e Maia prometeu deixar o partido. ACM Neto por sua vez também saiu derrotado junto com Doria.