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PORTO SEGURO – Após as audiências em que ouviu os acusados da morte dos professores da APLB e mais de 20 testemunhas de defesa e acusação, o juiz da Vara Crime de Porto Seguro, Roberto Costa de Freitas Júnior, reclamou da demora da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) para enviar o material das escutas telefônicas dos envolvidos no crime.
Foram grampeadas 26 linhas telefônicas. Alguns diálogos gravados já chegaram às mãos do juiz. “Faltam alguns dados telefônicos, como o cruzamento das ligações das linhas usadas pelas vítimas e pelos suspeitos, para saber se ouve contato entre estas pessoas no dia do crime”, explica o magistrado informando que o material foi pedido em março deste ano.
Por BahiaDiaDia.com.br