Relatório da PF que conclui que Bolsonaro não cometeu o crime na compra de vacinas irrita o senador Renan Calheiros.

Giro de Noticias - 01/02/2022 - 09:47


O senador Renan Calheiros (MDB-AL) que vem vivendo dias de pânicos com medo das investigações da PF e do Ministério Publico Federal que pode o levar para a prisão devida desvio de verbas publicas e pode ainda prender seu filho e governador de Alagoas, Renan Filho, por  gastos irregular e desvio nos de recursos enviado pelo governo federal no combate à pandemia de covid-19.

MPF envio à CPI da Covid em 2021, gastos do governador,Renan Filho, durante a pandemia. O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF-AL) investiga os gastos do governo de Renan Filho (MDB) no âmbito da pandemia de covid-19. A investigação ocorre a pedido do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Desesperado, Renan Calheiros começa a atirar para todos os lados, mais todas as denúncias feitas por ele contra o Presidente Bolsonaro, na CPI da Covid-19, não se sustentam como o caso da caso Covaxin.

Nesta segunda, 31/01, a PF encaminhou um relatório ao Supremo Tribunal Federal(STF) em que conclui que Bolsonaro não cometeu o crime. No documento, o delegado Marinho afirma que a comunicação de crimes a órgãos de controle não é dever funcional do presidente da República.

Segundo a PF, caso o presidente tenha sido omisso, a conduta se aproximaria “mais de uma ausência do cumprimento de um dever cívico, mas não de um desvio de um dever funcional.” A corporação diz, no entanto, que “não há dúvidas” que o deputado Luís Miranda informou o chefe do Executivo sobre supostas irregularidades na compra da vacina, más não ouve provas de que o crime tenha acontecido.

Revoltado com o relatório de que nada encontrou que possa incriminar o presidente Bolsoanro, Renan Calheiros, disse nesta segunda-feira, 31/01, que o delegado da Polícia Federal William Tito Schuman Marinho “subverteu a lei” ao concluir que o presidente Jair Bolsonaro(PL) não cometeu crime de prevaricação no caso Covaxin. “Um delegado da PF subverteu a Lei ao afirmar que não é dever funcional do Presidente comunicar crimes.

Reina ainda insistem, dizendo que os irmãos Miranda mostraram provas contra Bolsonaro por prevaricação na vacina da Covaxin. Esdrúxulo: o delegado confirma o crime, mas isenta a obrigação de agir de Bolsonaro”, escreveu o parlamentar em sua conta do Twitter. Renan Calheiros foi relator da CPI da Covid-19, que pediu a investigação do presidente por suposta prevaricação na negociação da vacina Covaxin.

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