Projeto de Bolsando deu certo: Queda da gasolina faz cair a inflação e preços de alguns alimentos, gás de cozinha e energia elétrica ficam mais baratos.

Giro de Noticias - 26/07/2022 - 11:11


A redução dos preços da conta de luz, da gasolina e do etanol após a ação do governo para reduzir tributos – tanto federais quanto estaduais – já começou a produzir os primeiros alívios na inflação ao consumidor, mas o encarecimento de outros itens, como algumas alimentos, ainda não foram ajustados.

No caso dos combustíveis, as quedas vêm ocorrendo nas últimas semanas. O preço médio semanal do litro da gasolina no Brasil registrou a quarta queda consecutiva, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço do combustível caiu em média 6,5% na semana de 10 a 16 de julho, para R$ 6,07 o litro. Novas reduções deverão vir por aí, já que a maioria dos governos estaduais anunciaram, reduções no ICMS. Já no caso da conta de luz, a tarifa de eletricidade residencial recuou 2,29% na segunda semana de julho, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado na segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ajudando o indicador a ficar em 0,24%.

Por outro lado, o preço dos alimentos em alguns estados continua o mesmo. Na média, os alimentos subiram 1,48%, ante 0,42% em junho. A cadeia do leite foi destaque. O item “laticínios” saltou 8,81%. Apenas o leite longa vida ficou 16,74% mais caro em julho.

Já o gás de cozinha chegou a cair 10% em julho. Uma botija de gás que era comprada pela dona de casa a R$ 115 reais, hoje está sendo comprada na Bahia a R$102 reais.

Com a queda dos preços de energia e combustíveis, a expectativa dos economistas é de que haja deflação (queda de preços) em julho. Graças às desonerações, economistas do mercado financeiro preveem uma queda de 0,46% no IPCA de julho, conforme o Relatório de Mercado Focus divulgado pelo Banco Central (BC).

André Braz, coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, acha que a queda nos índices de preços ao consumidor poderá chegar a 1%, em julho, “mas será muito concentrado em energia e gasolina”.

O economista lembra que os combustíveis e a conta de luz, juntos, respondem por cerca de 10% da cesta de compras média. “A ideia é que tanto a queda do diesel quanto da energia segurem um pouco o espalhamento da inflação”, afirmou.

 Sem uma fiscalização mais dura sobre os fornecedores atacadista de supermercados, os preços podem continuar alto. Sem fiscalizar os preços na ponta da linha, ou seja, nos supermercados, o consumidor dificilmente tenha um otimismo a curto prazo. O consumidor vai continuar vendo o supermercado mais caro caso nãos haja uma fiscalização mais dura, disse um economista.

Entres os itens alimenticíos que recuaram os preços está a carne que caiu até 5% em algumas regiões. Em Itabela na Bahia, em alguns supermercados ou açougues, a carne está entre o gêneros alimentícios que mais barateou em julho seguido pelo  gás de cozinha que ficou 10% mais barrado nesta segunda-feira 25/07.

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Depois de 3 anos a estratégia de bolsonaro deu certo. Kkkkkk isso é uma piada!kkkk
João