Coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Itabela fala sobre o caso de meningite na cidade

J. Alencar - 20/01/2012 - 08:23


ITABELA - A coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Itabela, Kelly Andrade, concedeu entrevista na tarde desta quinta-feira (19) à Rádio Itabela FM e ao Site Giro de Notícias para falar sobre o primeiro caso confirmado de meningite do tipo c (meningite meningocócica) no Município .

O caso, que foi confirmado no começo da semana pela equipe médica do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, deixou a Secretaria Municipal de Saúde de Itabela e a população em alerta. A paciente, uma menor de 13 anos de idade, residente na Rua Bela vista, no Bairro Bandeirante, “continua internada, mas está se recuperando bem”, diz a coordenadora epidemiológica Kelly.

Segundo a coordenadora, a meningite é uma doença que causa a inflamação das meninges, que são três delicadas membranas que revestem e protegem o sistema nervoso central do paciente. Segundo Kelly, existem duas formas de contagio da doença, “não são em todos os casos que a meningite é transmissível de pessoa para pessoa, a meningite também pode ser adquirida por uma infecção pregressa, que ocorre tempos depois da infecção primária”.

“No caso especifico dessa garota, ela chegou na tarde de domingo (15) no hospital apresentando quadro clássico de meningite. O médico plantonista suspeitou de meningite e pediu a transferência imediata para Porto Seguro, já em Porto, após ser feito o exame específico, foi então identificado que era meningite meningocócica (meningite por bactéria). Como foi contágio por bactéria, nós tivemos que fazer a quimioprofilaxia das pessoas que tiveram contato direto, ou seja, parentes e profissionais de saúde que atenderam a paciente.

A coordenadora também chamou a atenção para os sintomas clássicos da meningite, que são: febre alta; fortes vômitos, normalmente em jatos; dor de cabeça muito forte; enrijecimento de músculos, como por exemplo, pescoço endurecido, o paciente não consegue sequer encostar o queixo no peito, a dor é insuportável e em alguns casos, a pessoa pode apresentar também manchas pelo corpo.

Segundo Kelly, tanto a Secretaria Municipal de Saúde quanto a Vigilância Epidemiológica de Itabela, tem tomando todos os cuidados necessários. “Este é um caso isolado da doença no município, então não há porque a população entrar em pânico”, finalizou a coordenadora.

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COMENTÁRIOS

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o municipio nem vacinação adequada para a minigite tem dado, na população por tanto não tomaram providencia merda nenhuma como disse coordenadora da vigilancia epidemiológica.
rosi

que orgulho de vc.....
mira

É uma gatinha essa coordenadora...
Leitor

Que trabalho?a menina esta sendo medicada em Porto Seguro,aqui em Itabela quem descobriu a doença por um acaso,pela terceira ou quarta vez ter dado entrada no hospital(de fachada)foi uma enfermeira,o médico só medicava e mandava voltar p/casa,será que a população sabe disso?
Itabelense

olha coordenadora eu estou morendo de medo,amis parabéns pelo trabalho de voceis ta
roberto