
Uma fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que havia pedido ao ministro Paulo Guedes para não prorrogar a desoneração de combustíveis, o preço iniciou o g novo ano em alta.
Mesmo com a decisão do ministro Fernando Haddad, o novo governo acabou mudando de ideia e optou pela manutenção do alívio tributário, segundo economistas, para evitar alta na inflação no início do mandato.
A prorrogação da isenção de tributos federais sobre combustíveis foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo, logo após a cerimônia de posse, para evitar uma alta de preços na gasolina que ocorreria caso os impostos voltassem a ser cobrados.
A desoneração foi determinada pelo presidente Jair Bolsonaro nos últimos meses do seu mandato, com o objetivo de manter os preços dos combustíveis em baixa. Nos últimos meses do governo Bolsonaro os combustíveis teve a 5ª baixa consecutiva chegando ao preço mais baixo dos últimos anos.
Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), caso PIS/Cofins e Cide voltassem a ser cobrados, o acréscimo nas bombas poderia ser de R$ 0,69. O diesel e o etanol, por sua vez, subiriam R$ 0,33 e R$ 0,26 respectivamente.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já chegou ao mandato demostrando que não terá muito poder dentro do governo. Mesmo ele tendo falado em entrevista que não iria prorrogar a desoneração de combustíveis, o novo governo Luiz Inácio da Silva, tomou a decisão para ele e prorrogou a desoneração por mais 60 dias e assim tirando o pouco poder do ministro Fernando Haddad