Além da Bahia, Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros do Rio decidem parar nesta sexta

J. Alencar - 10/02/2012 - 09:25


Bombeiros e policiais decretam greve no Rio após assembleia realizada no Centro do Rio

RIO DE JANEIRO - Após pouco mais de cinco horas de assembléia, lideranças do Corpo de Bombeiros e das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro decidiram decretar greve a partir de meia-noite desta quinta-feira (8)

As três categorias não ficaram satisfeitas com a proposta de reajuste apresentada pelo governo estadual e aprovada pela Assembléia Legislativa nesta quinta.

Os policiais reivindicam, além dos salários, a liberação do cabo bombeiro Benevenuto Daciolo, preso no aeroporto Internacional do Galeão, e que teve a prisão preventiva decretada nesta quinta e o habeas-corpus impetrado por sua defesa negado pela Justiça.

cabo bombeiro Benevenuto Daciolo, preso no aeroporto Internacional do Galeão quando retornava da Bahia, onde articulava com os líderes da greve baiana

Na Bahia, na assembléia dos policiais grevistas que terminou por volta das 20h desta quinta-feira ficou decidido que a greve da categoria continua. Os PMs rejeitaram os termos propostos pelo governo do Estado e esperam nova proposta.

A estimativa é de que 6.000 pessoas participaram da reunião, que ocorreu no sindicato dos bancários. Uma nova assembléia dos grevistas está marcada para esta sexta-feira (10) às 16h, onde será avaliado novamente sobre a continuidade ou não da greve.

Enquanto o governo faz de durão em relação a greve, o número de homicídios continua crescendo na Bahia. Os números divulgados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia são assustadores. Só na grande Salvador e região metropolitana já chegam a 146 p número de homicídios desde o início da greve da Polícia Militar, na noite de terça-feira (31).

O dia mais violento até agora foi a última sexta-feira (3), quando 32 pessoas foram mortas. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, que divulga boletim diário com os casos de homicídio.

 

Informações: Folha de São Paulo

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Tem que parar é tudo mesmo.Os governantes se aproveitam da condição de militar para humilhar a classe, com uma merreca sai ano e entra ano, olha que uma profissão dessa não é brincadeira eu mesmo nem sonho.ganhar merreca para encarar tiro e bandido.A população tem mais é que apoiar.
Indignado!