
A APLB - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia, Núcleo Itabela, representada pelo seu Coordenador Ubiratan Herculano, realiza nesta quarta-feira. 09/08, mais uma Assembleia em tempo Integral com os professores da rede pública municipal.
O evento marcado para iniciar a partir das 8h, na sede da APLB-Sindicato, vai discutir sobre o reajuste do piso salarial da categoria de 14/95% relativo ao ano de 2023 e sobre os cortes de 17 dias nos salários dos professores durante o recesso de julho de 2023.
Uma outra Assembleia em tempo integral e que contou com a presença do vice Coordenador Regional da APLB, DR. Neilton Cruz, ocorreu na segunda-feira 07/07. Após deliberação em Assembleia, os professores e Sindicato saíram em carreata até a prefeitura de Itabela, em busca de respostas junto ao gabinete, que no momento estava fechado.
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Devido que o gabinete do prefeito estava fechado, a delegação então decidiu ir ao prédio ao lado aonde funciona as secretarias municipais e foram atendidos pelo Secretário de Administração Azarias. Sem ter as devidas condições de avançar com as demandas o secretário apenas ouviu as reedificações e nada pode fazer por não ter força de decisão para pôr fim a esta situação que já ultrapassa 7 meses.
A única proposta apresentada pelo prefeito Luciano Francisquto, foi rejeitada pela categoria. Segundo a categoria a proposta apresentada não está de acordo com o que determina a Lei 11.738/2008, que regulamenta o piso nacional dos profissionais do magistério da educação básica.
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A lei determina que todos os professores tem direito aos 14,95% no piso do magistério, índice que incide sobre todos os níveis de carreira dos professores da ativa e aposentados que ganharão, no mínimo, o novo piso nacional, de R$ 4.420,55 para 40 horas de trabalho semanais. A proposta feita pela gestão vai contra o que diz a lei.
A direção da APLB, por sua vez, defende a posição de que o reajuste deverá ser de 14,95% equivalente ao reajuste do piso nacional do magistério para 2023 e que seja válida para toda a categoria, professores da ativa, aposentados com ou sem paridade, concursados e contratados.
A categoria decidiu em assembleia na última segunda-feira, 07/07, fazer uma proposta bondosa a gestão municipal que o pagamento de 14,95% do piso, seja pago em sua totalidade a partir deste mês de agosto de 2023. Quanto o retroativo referente a janeiro de 2023, a categoria aceita ser parcelados em 6 vezes ou, que seja pago com as sobras residuais de recursos do Fundeb.
Mas, o que se observa é que não tem havido muita vontade da gestão em resolver a situação. O corte nos salários dos professores é o exemplo disso.
Nos dias em que ocorrem a assembleia em tempo integral as ualás são suspensas. Nessa semana já somam dois dias sem aulas por causa das assembleias e uma terça assembleia já está agendada para a próxima sexta-feira (11/08).
Vejam o ofício da APLB com as demandas reivindicadas e propostas decidida em Assembleia Geral
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