
A deputada federal, Ana Paula Junqueira Leão, do Partido PP de Minas Gerais, que é produtora rural e foi eleita em 2022 deputada federal por Minas Gerais, nascida no interior de Minas, em Varginha, e criada no município de Caxambu, é autora da Frente Parlamentar em Apoio ao Produtor de Leite, foi uma das deputadas que saiu em defesa da senhora Vanuza de Souza, ex-integrante do MST do município do Prado no sul da Bahia e prestou depoimento na CPI do MST na última terça feira 08/08).
A deputada ficou revoltada com a forma que as deputadas da esquerda trataram a senhora, Vanusa de Souza, que fez depoimento fortíssimo na CPI do MST mostrando todos os horrores que esse movimento faz inclusive contra seus próprios membros.
A deputada, Ana Paula Junqueira Leão, chegou a perguntar aonde estavam as deputadas da esquerda, PSOL, PT e PCdoB, gente que passa a vida toda se vitimizando porque se sente confortável em conviver com os outros em uma posição de inferioridade. Mas, quando uma mulher negra, pobre de um assentamento, conta em uma CPI que foi espancada, humilhada, perdeu sua terra, teve seus pertences quebrados e dar nomes de pessoas que são líderes do MST, elas simplimentes ignoram essa pessoa, foi assim que as deputadas da esquerda fizeram com a senhora Vanusa.
Outra deputada que também saiu na defesa da ex-militante foi a nordestina eleita em 2022, Deputada Federal pelo PL-CE, Priscila Costa, foi mais uma que saiu na defesa da depoente, Vanusa de Souza, na tarde de terça-feira (8/8), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura os atos ilícitos praticados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Foram ouvidos três ex-assentados do movimento da cidade do Prado na Bahia. Dos três, a ex-militante Vanuza dos Santos de Souza contou que foi expulsa do Acampamento São João, no sul da Bahia e ainda foi espancada e por muito pouco não foi morta.
Vanusa acusou o deputado Valmir Assunção (PT-BA) de ser o mandante da ação. “Anos e anos fazendo campanha para o Valmir Assunção”, disse Vanuza. De acordo com ela, o deputado teria entregado o lote a ela no assentamento há 16 anos e em 2022 foi tomado por integrantes do movimento.
A deputada, Priscila Costa, que está gravida, fez questão de ficar até o fim das oitivas para poder se pronunciar e pedir desculpas para a senhora Vanuza, em razão do tratamento horroroso que Vanuza recebeu de algumas deputadas da esquerda.
As denúncias feitas por Vanuza na CPI DO MST dá conta que o Movimento Sem Terra (MST) na Bahia tem extrapolados todos os limites da tolerância e do direito das pessoas. O que fizeram com dona Vanuza é muito grave e precisa ser investigado com todos os rigores das leis, disse deputada Priscila Costa (PL-CE).
A deputada cearense usou da palavra por três minutos e fez uma declaração forte contra a forma debochada que as deputadas da esquerda trataram a depoente. Em sua declaração ela chegou a pedir desculpas a senhora Vanuza pela forma debochada que duas deputada da esquerda o trataram na CPI.