Greve de professores já dura 16 dias na Bahia

- 27/04/2012 - 14:12


BAHIA - Em uma assembléia realizada na manhã desta sexta-feira (27) entre os professores da rede estadual da Bahia, em greve a 16 dias, ficou decidido que a paralisação vai continuar e que os profissionais vão permanecer acampados no prédio da Assembléia Legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, onde já estão há mais de uma semana.

Os professores grevistas fizeram uma caminhada na manhã desta sexta até o prédio da Governadoria, para entregar um documento que solicita audiência com o governador Jaques Wagner.

Na última quarta-feira (25), os deputados aprovaram o projeto de lei que garante o piso nacional a mais de cinco mil professores de nível médio. Os professores querem reajuste de 22,22% no piso nacional. Eles alegam que o governo fez acordo com os professores garantindo os valores do piso nacional, ocorrido em novembro do ano passado, e depois ignorou, mandando para a Assembléia um projeto de lei com valores menores.

A Justiça  considerou a greve ilegal e o governador Jaques Wagner já havia dito que vai cortar ponto dos grevistas, caso eles não voltem ao serviço. O departamento jurídico do sindicato da categoria (APLB) deu entrada em uma ação com pedido de liminar à Justiça na tentativa de derrubar a ordem que impõe multa diária de R$ 50 mil até encerramento da greve.

De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Rui Oliveira, se houver corte de salários, os professores não vão repor as aulas perdidas durante a paralisação.

O Ministério Público fez uma reunião na quinta-feira (24) e se colocou à disposição para mediar o impasse entre a categoria e o governo. Enquanto o impasse continua, mais de um milhão de alunos estão sem aulas.

O sindicato afirma que a categoria aguarda o projeto de lei, aprovado pelos deputados, ser enviado e sancionado pelo governador Jaques Wagner. "Os trabalhadores em educação vão permanecer em greve. Nós faremos novas investidas para que o governo abra as negociações ao cumprimento do acordo. A luta continua", relata a vice-coordenadora da APLB, Marilene Betros.

 

Fonte: G1/Bahia

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COMENTÁRIOS

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Piroca doce ..


Bosta Albina ..


eu acho um absurdo o que esta acontecendo,pagamos impostos mais altos que todo o mundo e a educação esta nessa situação,um vergonha espero que o nosso governo tome alguma atitude a respeito,pois quem esta saindo prejudicado nessa historia toda são os alunos.
sergio Deio Dias

sou.aluna,se,os,professores,ficam,em,grevi,sibra,para,nos,vamos,estuda,ate,no,sabado,e,injusto,isso,os,professores,tem,que,lutar,pelos,seu,direitos,
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