Porto Seguro- O III seminário interestadual realizado em Porto Seguro sobre violência e direitos da criança e do adolescente, com a participação de mais de 400 seminaristas vindos do País inteiro, acabou com muitas reclamações. Os participantes alegam que além do atraso na programação muitos participantes sem nenhuma explicação, foram barrados de adentrar no Hotel Náutico, local do evento.
De acordo com os participantes, só depois de muita luta conseguiram entrar, a expectativa era de participar da programação como constava nas pastas distribuídas no momento das inscrições, o que não aconteceu.
Segundo um participante com uma média de atraso de 4 horas, o 1º palestrante de renome Luciano Betiate iniciou normalmente sua palestra, sem nenhum esclarecimento dos fatos, sendo que este esteve presente nas negociações que não teve um resultado positivo entre participante e organizador. Após 40 minutos de palestra, foi dada uma pausa para o almoço e o palestrante em questão confirmou a continuação dos trabalhos após o almoço sem dizer nada sobre o episódio.
Ao retornar do almoço, os participantes foram novamente impedidos de entrarem no auditório para a continuidade do evento, mais uma vez sem nenhuma explicação, “e pior, que miguem da organização apareceu para dar uma explicação”. Disse uma participante revoltada.
“Os seminaristas foram lesados, pois as distribuições dos certificados foram feitas de qualquer forma, ficando assim uma boa parte dos participantes sem seus certificados” lamentam.
“Um evento desta dimensão que contou com o apoio de instituições e empresas sérias como Polícia Federal, Ministério Público da Bahia, Petrobras, poder Judiciário de Estado da Bahia, Governo do Estado, Nova Schin, Barramares, Cambuí Supermercados bem como Câmara e prefeitura Municipal de Porto Seguro, e em admissível o que aconteceu com os participantes”. Enfatizou um grupo de pessoas vindos de outras cidades para o evento.
“Os seminaristas foram lesados, pois a distribuição dos certificados foi feitas de qualquer forma, ficando assim uma boa parte dos participantes sem seus certificados”. Lamentou uma jovem.
Assim representados CMDCA-CG Pernambuco,/Mangé/RJ,/CT de Cabrália / CT de Sergipe/CMDCA e CT Bauru/ SP / CT do Espirito Santo / CMDCA de Cordeiro /CT de Cordeiro/RJ/CT Esplanada-Ba /Minas Gerais / Cras Cabrália /SIPIA –DF/ CMDCA – Piauí/ CMDCA- Pará / Marabá/ Pará entre outros.
De quem é a culpa? Do Poder Executivo? Do portal do Conselho Tutelar? Do CMDCA- de Porto Seguro/BA, (IRG) Instituto Rede Global? UNISUL- Bahia?