Itabela- Morar em uma cidade bem arborizada é o sonho da maioria da população brasileira, mas dependendo da árvore que está plantada na porta de sua casa, o que deveria ser uma benfeitoria, torna-se um transtorno,é isso que está acontecendo com alguns moradores da cidade de Itabela.
De acordo com os comerciantes, Hernandes Arthuso e Alessandro Gonçalves “Sandro da Itamel”,as árvores plantadas em frente suas residências estão causando prejuízos . “As raizes das árvores estão quebrando calçadas e afastando o meio fio”. Como se não bastasse dois poços artesiano, um que atende a residência de Sandro e outro na residência de Hernandes, estão interditados por causa das raízes das plantas. “Gastei muito dinheiro para fazer este poço e agora perdi tudo”. Disse o empresário Sandro.
Outro morador a exemplo de uma senhora no Bairro Ouro verde esta passando pelo mesmo problema, as raízes das árvores plantadas na praça da localidade, transfixou pela fundação da casa, destruindo parte do piso. Também foi constatada a destruição em parte do calçamento da praça causado pelas mesmas plantas.
Os comerciantes e a moradora do Bairro Ouro Verde procuraram o vereador Alencar da Radio e pediu que ele tomasse providências junto aos órgãos públicos, o vereador irá protocolar um requerimento na Prefeitura, pedindo providências no assunto.
"Entramos em contato com o secretário de meio ambiente do município Paulo Faé e estamos entrando em contato com o engenheiro florestal do INEMA, para que se faça um estudo sobre a substituição dessas plantas na cidade e distritos de Itabela". Disse Alencar.
Segundo o secretário de meio ambiente o corte de uma árvore somente é liberado após um laudo técnico. “Todos os requerimentos que chegarem até nós será vistos e analisados e uma equipe vai até o local para averiguar a situação da árvore. Se a árvore não for cortada é porque o requerimento foi indeferido”. o corte de uma árvore é feito somente em última instância.Então só podemos fazer a retirada de uma árvore mediante foto e laudo técnico, que é feito pela Prefeitura”. Explica Paulo Faé.