O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu, nesta terça-feira, por unanimidade, pela abertura do processo disciplinar para apurar denúncias contra o presidente do TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia), o desembargador Mário Alberto Simões Hirs, e a ex-presidente do órgão, Telma Laura Silva Britto.
Os dois teriam participado do pagamento indevido de R$ 448 milhões em precatórios. O conselho decidiu, ainda, pelo afastamento dos dois de seus cargos durante a investigação. Os suspeitos não poderão atuar em suas funções durante todo o período de investigações.
Os processos do CNJ podem gerar uma advertência, censura remoção compulsória, disponibilidade, aposentadoria compulsória ou, ainda, demissão. A punição varia de acordo com a gravidade dos atos.