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BRASÍLIA- O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, expediu nesta terça-feira (4) o mandado de prisão do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), condenado a 6 anos e 4 meses de prisão por peculato (desvio de dinheiro público) e corrupção no esquema do mensalão.
No julgamento do mensalão ele ainda foi condenado a outros 3 anos por lavagem de dinheiro, mas, como um recurso ainda tem que ser analisado, ele não começará a cumprir pena por este crime. Com a expedição do mandado, João Paulo deve agora se entregar às autoridades. Ele poderá se apresentar à sede da Polícia Federal ou diretamente no presídio da Papuda.
A situação de João Paulo estava indefinida desde o dia 7 de janeiro, quando o presidente do STF, Joaquim Barbosa, rejeitou dois recursos do deputado e determinou sua detenção, mas, saiu de férias sem assinar o mandado de prisão.
Durante o recesso os ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia passaram pela presidência interina da corte e também não assinaram o mandado, que não teria sequer sido enviado a seus gabinetes.