Ex-diretor da Petrobras é preso com mais de R$ 1 milhão em casa e Dilma fica exposta as criticas.

redação - 21/03/2014 - 03:26


A polêmica compra de uma refinaria no Texas pela Petrobras, entre outras denúncias que pesam contra a administração de uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, acaba de ganhar um novo contorno. Foi preso, na manhã desta quinta-feira por agentes da Polícia Federal (PF), o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa, que esteve envolvido na negociação de Pasadena, ao lado do ex-diretor da área internacional, Nestor Cerveró. Costa foi preso acusado de tentar destruir provas, no âmbito da Operação Lava Jato, deflagrada nesta semana pela Petrobras.

Nesta operação, a PF descobriu que Costa ganhou um carro de presente do doleiro Alberto Yousseff. Na sua residência, foram encontrados R$ 700 mil e US$ 200 mil em espécie. Fora da Petrobras, ele passou a se dedicar à consultoria Costa Global. Seu principal projeto consistia em implantar minirrefinarias no Brasil, em parceria com grupos internacionais. Na Petrobras, onde foi diretor durante o governo Lula, ele era um dos mais poderosos executivos, visto, dentro e fora da companhia, como alguém com tanto poder quanto o então presidente José Sergio Gabrielli.

Paranaense, Costa foi indicado pelo ex-deputado José Janene, já falecido. No mercado de petróleo, Paulo Roberto Costa é um executivo conhecido internacionalmente. Ele atua com sua própria consultoria, a Costa Global, desde que deixou o cargo na estatal. Na expressão dele próprio, o ramo de atuação da sua consultoria é ser “casamenteira” de interessados em fazer negócios com a Petrobras.

Costa também é o criador da REF Brasil, em empresa com capital brasileiro e norte-americano, para a venda, pelos estrangeiros, de refinarias pré-moldadas ao custo de US$ 60 milhões cada uma.

“É o pulo do gato”, saudou ele, quase eufórico, em entrevista ao diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, no ano passado. “É viável montar até quatro módulos juntos e, se der muito certo, até oito”, explicou Costa.

A PF informou, nesta manhã, que a prisão de Costa não tem qualquer relação com a investigação pela Polícia Federal sobre a compra pela Petrobras em 2006 de 50% de uma refinaria em Pasadena, nos Estados Unidos.

Na quarta-feira, a Presidência da República informou em nota que a presidente Dilma Rousseff, à época ministra-chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, votou favoravelmente à transação baseada em um “parecer falho“.

A Operação Lava-Jato, da PF, foi deflagrada na última segunda-feira e, segundo dados da Polícia Federal, 28 pessoas já foram presas no âmbito da operação.

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COMENTÁRIOS

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não é atoa que o mundo da criminalidade envolvendo mulheres aumentou tanto se até a presidente anda dando este tipo de exemplo,vai ver os podres que ela não anda ocultando do ex-presidente lula pt ta cheio de bandidos
olha ai