Movimentos sociais fazem protesto em São Paulo por reforma política

Redação - 14/11/2014 - 10:58


Movimentos sociais fecharam a Avenida Paulista na tarde desta quinta-feira (13) em um protesto pela reforma política. O grupo reuniu-se no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e seguiu em direção à Rua da Consolação. Com o tema Contra a Direita, Por Mais Direitos, os manifestantes repudiam ainda os protestos que pediam intervenção militar no Brasil e pedem reformas urbana, agrária e tributária.

 Participam do ato o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o  Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento Juntos. O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, defendeu que os movimentos sociais devem pautar uma agenda de mudanças para os próximos anos.

"Nós queremos deixar claro aqui que nós  queremos falar de uma intervenção nos rumos do país, mas não é intervenção militar, é uma intervenção popular". Boulos também destacou a necessidade de se implementar uma Assembleia Constituinte para implantar a reforma política. "O Congresso Nacional não vai abrir mão de seus privilégios", disse.

Informações da Agência Brasil.

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DILMA reafirmou e realizar a Reforma Política, convocando um plebiscito popular para o POVO decidir a respeito das mudanças. Porém, Adversários NÃO aceitam plebiscito e querem fazer as alterações via referendo. A diferença é clara, todos sabemos: pelo plebiscito, NÓS Eleitores, opinamos e decidimos se a lei deve ou não ser aprovada, antes de ela ser levada ao Parlamento; Já pelo referendo, a população só ratifica ou rejeita uma proposta já aprovada pelo Congresso Nacional ou pelo Executivo.
Sou a Favor de DILMA