Vereadores fazem hoje (26) nova tentativa de votar o Projeto da Lei de Orçamento Anual a LOA enviada pelo Executivo, que estima a receita e fixa a despesa do Município para o exercício financeiro do próximo ano de 2015.
A votação está prevista para as 9.30h desta sexta-feira, mas ainda tem vários impasses em torno do projeto que pode ser retirado de pauta mais uma vez. Os vereadores da base aliada quanto da oposição não chegaram a um acordo sobre o percentual. Para tentar harmonizar o clima na base aliada e convencer a oposição a não obstruir a sessão de hoje, deve entrar em cena o chefe do poder executivo.
A matéria aprovada pela Comissão Conjunta de Legislação e Orçamento, votada pela primeira vez, aguarda ser votada em plenário pela segunda vez, com as emendas dos vereadores.
O que vem causando entrave na votação da matéria são algumas solicitações e que os parlamentares querem que sejam cumpridas pelo gestor, como o restante do décimo terceiro dos aposentados e dos servidores da folha sede da educação e funcionários da cultura.
Outra revindicação dos vereadores é em relação o corte indevido no salário de funcionários, como diretores e vice-diretores de escolas. Eles ainda pede que seja iniciado os serviços de recuperação das ruas e da iluminação publica cidade, um acordado firmado em reunião entre o legislativo e o executivo no mês de novembro.
Diante dos fatos e da cobrança dos servidores que devem lotar o plenário da Câmara hoje, os vereadores devem suspender a sessão até que se reúnam com o gestor para dicirtir em relação a estes impasses. Na sessão passada os vereadores asseguraram que o orçamento só será votado mediante a quitação do pagamento do décimo terceiro salário e outras providencias.
Outra justificativa e sobre as emendas ainda a ser discutidos com o gestor, erros de cálculo a na lei de orçamento também é um dos motivos. Os vereadores garantem que se votar o orçamento anual como esta, seria grande o prejuízo para o município e para a população.
Esta é a primeira vez na historia do município, que a lei de orçamento anual se estende por quatro reuniões sem ser votada. O normal e votar a lei de orçamento logo no começo do mês de dezembro quando em seguida os parlamentares saem de recesso. Com o atraso na votação vereadores ficam impedidos de sair para o recesso.