
Brasília - Roberto Gurgel pede ao Supremo a condenação dos 37 acusados do maior escândalo na gestão Lula, em 2005, entre eles os petistas José Dirceu, Delúbio Soares, João Paulo Cunha e José Genoino; ex-ministro da Comunicação Social, porém, é excluído da ação por falta de provas.
Agora os advogados dos 37 réus vão ter um prazo para apresentar as defesas. Em seguida, todo o processo volta para a análise e decisão final do relator, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal. As investigações começaram em 2005. Agora também a Procuradoria pede a condenação dos réus.
O parecer do procurador Roberto Gurgel pede a condenação de 37 dos 40 que foram acusados no início do processo. Ficaram de fora o petista Luiz Gushiken, ex-ministro do governo Lula, por falta de provas; Sílvio Pereira, ex-secretário geral do PT, que fez acordo com o Ministério Público para prestar serviços à comunidade; e o ex-deputado federal José Janene, do PP, que morreu no ano passado.
Entre os acusados na lista do procurador estão o ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu; os deputados federais João Paulo Cunha, do PT, presidente da comissão de constituição e justiça da Câmara e Valdemar Costa Neto, secretário geral do PR; o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente do PTB; Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, que foi expulso do partido em 2005 e refiliado há 40 dias; e o publicitário Marcos Valério.
O caso ficou conhecido como escândalo do mensalão. Em 2005, parlamentares foram acusados de receber propina para votar a favor de projetos de interesse do governo Lula.
“O Gurgel não fez mais do que a obrigação, porque as provas em relação ao mensalão são extremamente contundentes. Ele pode até ter feito menos do que a obrigação ao excluir o Gushiken”, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), líder do Democrata.
“O procurador-geral Roberto Gurgel é uma pessoa extremamente séria e procura sempre agir com correção. Sua decisão precisa ser respeitada, assim como também o direito de cada um dos 37 indiciados, que deverão agora ter o direito de defesa e poderão esclarecer inteiramente à nação brasileira tudo o que aconteceu”, disse o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).
O julgamento daqueles que ficaram conhecidos como mensaleiros só deve ocorrer no final do ano de 2011 ou no começo de 2012 no Supremo Tribunal Federal. A previsão é do próprio relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.
Nas próximas semanas, Roberto Gurgel vai ser ouvido no Senado. Ele vai ser sabatinado pelos senadores. Gurgel foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para um segundo mandato de procurador-geral da República.
Brasília - Roberto Gurgel pediu ao Supremo a condenação dos 37 acusados do maior escândalo na gestão Lula, em 2005, entre eles os petistas José Dirceu, Delúbio Soares, João Paulo Cunha e José Genoino; ex-ministro da Comunicação Social, porém, é excluído da ação por falta de provas.
Agora os advogados dos 37 réus vão ter um prazo para apresentar as defesas. Em seguida, todo o processo volta para a análise e decisão final do relator, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal. As investigações começaram em 2005. Agora também a Procuradoria pede a condenação dos réus.
O parecer do procurador Roberto Gurgel pede a condenação de 37 dos 40 que foram acusados no início do processo. Ficaram de fora o petista Luiz Gushiken, ex-ministro do governo Lula, por falta de provas; Sílvio Pereira, ex-secretário geral do PT, que fez acordo com o Ministério Público para prestar serviços à comunidade; e o ex-deputado federal José Janene, do PP, que morreu no ano passado.
Entre os acusados na lista do procurador estão o ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu; os deputados federais João Paulo Cunha, do PT, presidente da comissão de constituição e justiça da Câmara e Valdemar Costa Neto, secretário geral do PR; o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente do PTB; Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, que foi expulso do partido em 2005 e refiliado há 40 dias; e o publicitário Marcos Valério.
O caso ficou conhecido como escândalo do mensalão. Em 2005, parlamentares foram acusados de receber propina para votar a favor de projetos de interesse do governo Lula.
“O Gurgel não fez mais do que a obrigação, porque as provas em relação ao mensalão são extremamente contundentes. Ele pode até ter feito menos do que a obrigação ao excluir o Gushiken”, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), líder do Democrata.
“O procurador-geral Roberto Gurgel é uma pessoa extremamente séria e procura sempre agir com correção. Sua decisão precisa ser respeitada, assim como também o direito de cada um dos 37 indiciados, que deverão agora ter o direito de defesa e poderão esclarecer inteiramente à nação brasileira tudo o que aconteceu”, disse o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).
O julgamento daqueles que ficaram conhecidos como mensaleiros só deve ocorrer no final do ano de 2011 ou no começo de 2012 no Supremo Tribunal Federal. A previsão é do próprio relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.
Nas próximas semanas, Roberto Gurgel vai ser ouvido no Senado. Ele vai ser sabatinado pelos senadores. Gurgel foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para um segundo mandato de procurador-geral da República.