
Uma mãe moradora do bairro da Jaqueira em Itabela, gerou controvérsia ao registro da morte do filho no hospital municipal Frei Ricardo de Itabela, sul da Bahia. A senhora Edina Jesus da Silva, mãe do jovem Atison Silva Barbosa, 21 anos, que faleceu no hospital no último dia 27 de junho de 2023, fez graves acusações contra ao hospital e profissionais em áudios gravados e divulgados nas redes sociais.
Atirson Silva Barbosa, chegou ao hospital por volta das 15h11m, do dia 26 de junho de 2023, levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência –Samu. O paciente estava em crise convulsiva e foi atendido pela Médica Drª Ana Lucia Mafessoni Camilo e internado e veio a óbito horas depois de ter chegado aquela unidade de saúde.
.jpg)
Devido a intensidade da convulsão, o tratamento com remédios se fez necessário e o paciente chegou até apresentar melhoras em seu quadro clinico como mostra no relatório do prontuário. Por volta da 00h55m, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e vindo a óbito.
.jpg)
Atirson Silva Barbosa, já havia sido atendido no hospital outras vezes. No dia 15 de junho ele deu entrada naquela unidade de saúde como mostra no relatório do prontuário que a reportagem teve acesso. Na data ele foi atendido pela mesma Médica Drª Ana Lucia Mafessoni Camilo.
.jpg)
A reportagem falou com o diretor cliníco do hospital sobre as reclamações da mãe do paciente. Ele contou que se observa que o paciente realmente chegou a reagir bem ao medicamento e de repente o estado de saúde se agravou e ele veio falecer.
Ainda segundo o Médico Dr Júlio Cesar, no dia 15 de junho de 2023, quando o paciente esteve internado, ele chegou a fazer visita ao paciente que teria chegado ao hospital com náusea de vômito. Foi aplicado a medicação e feito exames e o resultado deu normal, apenas uma alteração hepática.
Ainda segundo ele, a família falou que o jovem havia consumido um energético apesar que ele não fazia o uso de bebida alcoólica, mas neste dia teria tomado este energético.
A vítima que era moradora do bairro da Jaqueira, mesmo bairro aonde o médio atende no posto de saúde, já teria sido atendida pelo médico e o pai da vítima segundo Dr Júlio, já havia o procurado pedindo pedidos de exames e ele deu os pedidos os resultados deram normais .
A reportagem indagou ainda, se o médio poderia esclarecer qual foi a doença que causou a morte do paciente, mas não ouve uma resposta que define a doença. A morte repentina causou estranheza a equipe e a família que quer uma resposta sobre as causas da morte do filho.
Dr Julio Cesar chegou a esclarecer que no dia 26 de junho ele não estava de plantão e o paciente como já citado na reportagem, foi entendido pela colega de trabalho, Drª Ana Lucia Mafessoni Camilo, mas salientou que teve acesso ao prontuário e o paciente foi bem assistido pela equipe de plantão do dia.
Ainda segundo o médio seria muito bom se naquela oportunidade ter levado o corpo para o IML-Instituto Médico Legal e assim esclarecia as casas da morte.
Nos áudios gravados pela mãe da vítima, ela fala por várias vezes que seu filho morreu “amingua” e pede por justiça. Ela também fala, que quer saber a causa da morte do filho.
A reportagem não falou com a família e nem com médica, Drª Ana Lucia Mafessoni Camilo, quem atendeu o paciente nas duas vezes e deixa espaço aberto se desejar falar sobre o assunto.