
Segundo informações de fazendeiros na região interiorana do Prado, no sul da Bahia, Indígenas estariam vindo das cidades de Medeiros Neto, Camacan e de Pau Brasil, fortemente armados para fazer ocupação da fazenda Caprichosa de propriedade do senhor Djalma Galão.
Ainda segundo um morador, o grupo se juntaria a outros índios das aldeias mas próximas da fazenda, para realizar a ocupação e causar terror aos moradores da propriedade rural, que fica localizada próxima ao distrito de Palmares no município do Prado. A fazenda fica próxima de outra propriedade, Agropecuária Nedila, já invadida por índios e não índios, como diz os donos das terras.
Ainda segundo os denunciantes ouvi se falar que esse ataque será talvez essa semana, e que havia muitas munições e armas de groso calibre e de grande poder de fogo com fuzis para fazer tal ocupação. Uma Strada cabine Simples, bege escura foi vista rondando a propriedade.
Diante das notícias, o Coronel Anilton chefe da força tarefa do estado que encontra-se na região, se reunirão com os donos das terras sobre ameaças de invasão. Para evitar a ocupação, policiais da CIPI Mata Atlântica, PETO e da CAEMA passaram a noite de terça para quarta-feira na propriedade. A intenção da segurança pública é evitar confrontos entre famílias e indígenas.
Os proprietários de terras na região denunciam ainda, a existência de um drone que esteve sobrevoando a propriedade na noite desta quarta-feira (05/10). “ O equipem neto apareceu por volta das 21 horas e quando percebeu que havíamos visto ele desapareceu, temos informação de um vizinho que esse drone está nos monitorando há cerca de uns 30 dias. Nós aqui percebemos ele nesta quarta-feira. A equipe da polícia saiu daqui pela manhã e nos deu a garantia de que eles estarão na região fazendo rondas pelo menos até o final desse mês de outubro”, conta a moradora.
Em contato com advogados dos donos das terras na região, disseram a redação do giro de notícias, que vem encontrando dificuldades junto a Justiça Federal e ao Ministério Público Federal para conter as invasões e as desapropriações de terras imvadidas depois da chegada da força tarefa na região.
Eles pleiteiam conseguir junto a justiça um interdito probatório por conta das fortes amenas de invasões de propriedades produtivas, a exemplo das propriedades Caprichosa e a Agropecuária Nedila que tem um grande potencial produtivo e geração de empregos. A fazenda Caprichosa gera 60 empregos direto e a Agropecuária Nedila, uma indústria de produção agrícola chega a 100 empregos diretos.
As ocupações foram denunciadas ao Ministro da Justiça, Andersom Torres, que se pronunciou nesta quarta-feira, (05/10), através de um videio gravado que circula na rede social aonde ele fala que é em admissível as ocupações e os atos violentos recorrente no sul da Bahia e promete providencias. Ele fala ainda, que solicitou um relatório da PF sobre os ocorridos.