Terror no campo: proprietário e trabalhadores são feitos reféns durante ataque armado por supostos indígenas em fazenda de café em Prado no sul da Bahia

Giro de Noticias - 10/04/2026 - 08:30


Momentos de pânico e tensão marcaram a colheita de café na Fazenda Caprichosa, localizada na zona rural de Prado, no extremo sul da Bahia, na tarde e noite desta quinta-feira (09).

Um grupo de cerca de 30 trabalhadores e o proprietário da área foram surpreendidos por disparos de arma de fogo por volta do meio-dia, o que provocou correria e obrigou todos a fugirem pela mata na tentativa de escapar do ataque.

De acordo com relatos, os criminosos, que se autodenominavam indígenas, também atearam fogo na pastagem próxima à área de colheita, aumentando ainda mais o clima de terror. Em desespero, muitos trabalhadores correram até a sede da fazenda em busca de socorro.

O dono da propriedade decidiu permanecer inicialmente no local, temendo que os suspeitos incendiassem máquinas agrícolas. No entanto, a situação se agravou quando alguns funcionários começaram a passar mal devido à forte tensão. Ao tentar retirá-los em um veículo, ele foi impedido pelos disparos constantes.

Sem alternativa, o proprietário e mais quatro trabalhadores permaneceram dentro de um carro por várias horas, cercados pela violência, até a chegada das forças de segurança por volta das 20h, quando foram finalmente resgatados.

Informações iniciais apontam que os disparos foram feitos com armas de grosso calibre, possivelmente fuzis, e pelo menos uma máquina agrícola foi atingida. Até o momento, não há confirmação de feridos.

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil de Prado, com apoio de outras forças de segurança da região, que atuaram no resgate das vítimas e no controle da situação.

Há suspeitas de que o ataque esteja relacionado a conflitos fundiários. A propriedade conhecida como “Rolinha”, situada nas proximidades da Fazenda Caprichosa, já havia sido ocupada anteriormente e teria sido retomada pelo proprietário, identificado como Djalma Galão. A área fica no sentido de Corumbau, o que pode indicar possível ligação entre os episódios.

O caso será investigado pelas autoridades, que buscam identificar os responsáveis e esclarecer as motivações do ataque. A região segue sob atenção devido ao risco de novos confrontos.

Moradores e trabalhadores rurais relatam medo e cobram mais segurança no campo diante da escalada da violência na região.

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COMENTÁRIOS

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Se tivesse lei já tinha resolvido,mas moramos num país sem lei,eles tão esperando matar mas gente de bem e balear.todos sabem os tipos de armas que tão usando sabe quem tão invadindo e não faz nada,tem que tirar esse governo pra dar um basta nesses vagabundos ladrão
Acordo meu povo

Gente até quando isso pelo amor de Deus?? Ninguém pra dar um jeito nesses vagabundos,mete bala na cara desses ladrões safados, enquanto não matar uns 10 de vez eles não irão parar.
Dwk