Gravidez de menina de 11 anos é descoberta na escola e Polícia Civil investiga suspeita de estupro em Itabela

Giro de Noticias - 07/10/2026 - 18:16


Uma menina de 11 anos foi identificada como grávida em Itabela, no extremo sul da Bahia, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil como suspeita de estupro de vulnerável. A descoberta ocorreu após profissionais da escola onde a criança estuda perceberem alterações em seu corpo e levantarem a possibilidade de uma gravidez.

A situação chamou a atenção da equipe escolar, que comunicou a família. Inicialmente, segundo informações relacionadas ao caso, a mãe teria acreditado que o aumento da barriga da filha estivesse relacionado apenas a ganho de peso.

Após a realização de um teste, a gravidez foi confirmada.

Criança teria relatado abusos

Conforme informações da investigação, depois que a denúncia chegou ao conhecimento da família e do Conselho Tutelar, a menina teria relatado que vinha sofrendo abusos sexuais desde 2025. O episódio mais recente teria ocorrido no final de setembro deste ano.

A mãe afirmou às autoridades que não tinha conhecimento dos supostos abusos.

O Conselho Tutelar acompanhou a responsável até a delegacia, onde a ocorrência foi registrada. A partir do relato e das primeiras informações obtidas, a Polícia Civil identificou um suspeito e solicitou a realização de exame médico-legal, que deverá auxiliar na apuração dos fatos.

Até o momento, não houve prisão.

Caso é investigado

A ocorrência foi registrada como estupro de vulnerável, crime previsto na legislação brasileira para situações envolvendo violência sexual contra menores de 14 anos.

A investigação deverá buscar esclarecer as circunstâncias da gravidez, verificar os relatos apresentados pela criança e reunir elementos que possam confirmar ou não a responsabilidade do suspeito.

Por se tratar de uma criança, a identidade da vítima, do suspeito e quaisquer informações que possam levar à identificação da menina são preservadas, conforme determina a legislação de proteção à infância.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, com acompanhamento do Conselho Tutelar e dos demais órgãos responsáveis pela proteção da criança.

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