
Ocorrência foi registrada por volta das 17h desta quinta-feira (5), na região conhecida como Cabeceira do Caraíva, próximo ao Pé da Serra. Segundo informações, um fazendeiro teria colocado fogo em uma porteira, efetuado disparos nas proximidades de um vizinho e bloqueado a estrada com um caminhão, impedindo sua saída da propriedade.
Um conflito entre fazendeiros terminou em uma ocorrência envolvendo ameaças com arma de fogo, incêndio de uma porteira e bloqueio de uma estrada na zona rural de Itabela, no extremo sul da Bahia.
O caso aconteceu por volta das 17h desta quinta-feira (5), na região conhecida como Cabeceira do Caraíva, próximo ao Pé da Serra. Conforme as informações recebidas pela reportagem, a confusão teria começado quando o proprietário de uma fazenda, conhecida como Fazenda Lua Nova, teria incendiado uma porteira pertencente a um vizinho.
Na sequência, um caminhão teria sido atravessado na estrada de acesso, impedindo que o outro fazendeiro deixasse sua propriedade. Ainda segundo o relato, disparos de arma de fogo teriam sido efetuados nas proximidades da vítima, enquanto quatro homens armados teriam cercado o caminho.
Polícia Militar esteve no local
A Polícia Militar foi acionada e deslocou uma equipe até a região. No entanto, quando os policiais chegaram, os envolvidos já haviam deixado o local.
O caminhão utilizado para bloquear a estrada não foi apreendido. Segundo as informações, o veículo estava sem a chave e em uma área distante da cidade, o que dificultou sua remoção naquele momento.
Caso foi encaminhado à delegacia
A ocorrência já está na Delegacia Territorial de Itabela, onde deverá ser apurada pelas autoridades policiais.
O caso levanta preocupação diante da gravidade dos relatos, especialmente pela informação de disparos de arma de fogo e da presença de homens armados em uma estrada rural.
As vítimas da Fazenda Lua Nova estão vivendo momentos de medo e insegurança após as ameaças que teriam sido feitas pelo fazendeiro e por outros homens que estavam armados durante a ocorrência. Segundo relatos, o grupo de 5 integrantes teria intimidado as vítimas, aumentando a preocupação com a segurança dos moradores e trabalhadores da propriedade.
A reportagem deixa espaço aberto para manifestação dos envolvidos e das autoridades responsáveis pela investigação.