Veja o que disseram testemunhas no júri de goleiro Bruno e de ex-mulher.

Redação com informação do G1/BA - 05/03/2013 - 16:34


Os depoimentos das testemunhas no júri popular do goleiro Bruno Fernandes e da ex-mulher Dayanne Rodrigues foram concluídos nesta terça-feira (5), segundo dia de julgamento. Das 15 testemunhas previstas inicialmente para falar no júri (conheça todas as testemunhas), apenas três deram depoimento no Fórum de Contagem (MG): João Batista Guimarães, Célia Aparecida Rosa Sales e Ana Maria dos Santos. Além delas, Renata Garcia teve depoimento lido. As demais testemunhas foram dispensadas pela defesa e pela juíza Marixa Fabiane.

 Nesta terça-feira, falaram João Batista Guimarães, que acompanhou o depoimento do motorista Cleiton Gonçalves no inquérito, e Célia Aparecida Rosa Sales, irmã de Sérgio Rosa Sales, réu no processo morto em agosto de 2012.  Na segunda-feira (4), falou Ana Maria dos Santos, delegada que ouviu o então adolescente Jorge Lisboa Rosa, que delatou Bruno.

 Outra testemunha da Promotoria, Renata Garcia, advogada que acompanhou o depoimento do então menor Jorge, que delatou Bruno à polícia, foi ouvida por carta precatória (à distância) e seu depoimento foi lido no plenário na terça-feira.

 Bruno responde pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio e pelo sequestro e cárcere privado do filho que teve com a jovem. A ex-mulher Dayanne Rodrigues responde pelo crime de sequestro e cárcere privado da criança.

Célia Aparecida, prima do goleiro Bruno, disse nesta terça-feira, no seu depoimento como testemunha do júri popular, que a ex-mulher do atleta Dayanne Rodrigues, pediu para que ela entregasse o bebê Bruninho para Wemerson Marques, o Coxinha.

 Célia, arrolada como testemunha pela defesa de Dayanne, disse em depoimento anterior que.ajudou a entregar o bebê Bruninho, que estava com Dayanne, a Coxinha. O fato teria ocorrido  no dia 18 de junho de 2010, após a morte de Eliza, segundo o Ministério Público.

 Célia também disse nesta terça-feira (5) no plenário que não perguntou a Dayanne por que ela pediu para entregar a criança a Coxinha.

 O promotor Henry Castro perguntou, durante o júri, se ela não achava estranho uma criança bem tratada ser entregue em uma BR no meio da noite para um "marmanjo". Célia disse que não sabia informar o motivo.

 Célia Aparecida é irmã do réu assassinado Sérgio Rosa Sales. Ela também havia sido arrolada pela defesa de Bruno, mas foi dispensada.

 Célia estava no sítio de Bruno no período em que a polícia acredita que ela tenha sido mantida sob cárcere privado

Célia disse que viu Eliza no sítio e conversou muito com ela. Segundo Célia, Eliza dizia que a mãe não tinha a criado.

 Ainda segundo Célia, Eliza disse que se contasse as "coisas pesadas" que sabia de Bruno, a vida dele iria "acabar".

 Em determinado dia, diz Célia, Macarrão disse que "estava na hora de ir". Entraram no carro ele, o primo de Bruno então menor Jorge Luiz e Eliza. E elas ficaram no sítio, inclusive Dayanne.

 Depois, relatou a testemunha, Macarrão e Jorge retornaram para sítio. "Chegaram com o neném", disse. Segundo ela, Macarrão afirmou que Eliza voltaria para pegar Bruninho.

 Célia afirmou que o bebê ficou com Dayanne porque os demais precisavam viajar. Segundo ela, a criança não foi maltratada. "Cuidou como se fosse dela", diz sobre Dayanne.

 Célia também afirmou que Bruno era um pai presente e exigente para os filhos de Dayanne. Ela disse que Macarrão tomava conta das coisas do Bruno.

 

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COMENTÁRIOS

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Esse cara e um mostro, como ele teve corajem de um ató tão cruel de separar a mãe do filho e ainda mandar matar..Covardes sem coração.............


o poder subiu na cabeça desse cara e fez esta besteira,se achando o cara agora paga mane.


Cadê Elisa, quer dizer o corpo de Elisa a onde esta
Bahia