A Justiça decidiu manter a prisão preventiva de Ionan Galo Toscano de Britto, investigado no âmbito de uma operação conduzida pela Polícia Civil da Bahia. Apesar da manutenção da medida, o caso ainda passará por nova análise nos próximos dias.
Durante a manifestação mais recente, o promotor de Justiça solicitou um prazo de cinco dias para avaliar o pedido da defesa que requer a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar.
O pedido se baseia em dois pontos principais: os problemas de saúde apresentados por Ionan e a condição familiar delicada. Segundo a defesa, ele é o responsável legal (curador) por sua mãe, uma idosa com mais de 90 anos de idade, diagnosticada com Alzheimer, o que demandaria cuidados contínuos.
Diante desses argumentos, o Ministério Público irá analisar a documentação e as circunstâncias apresentadas antes de emitir parecer sobre a possível concessão do benefício.
Até que haja uma nova decisão, Ionan permanece custodiado à disposição da Justiça