Vergonha- Após polêmica, ministra dos Direitos Humanos desiste de pedir salário de R$ 61 mil.

Giro de Noticias - 03/11/2017 - 10:53


A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, desistiu nesta quinta-feira do pedido que fez ao governo para ganhar o salário integral do cargo, o que elevaria seus vencimentos mensais para R$ 61,4 mil, já que ela também recebe como desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia.

A ministra comunicou a desistência por meio de nota depois da repercussão negativa após entrevista dada à Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo – que revelou o caso -, na qual ela justificou o pedido de acúmulo de vencimentos porque o cargo que ocupa impõe gastos extras como se “vestir com dignidade” e “usar maquiagem”.

Luislinda recebe R$ 30,5 mil como desembargadora aposentada. Como ministra, o salário seria de R$ 30,9 mil, mas, para não ultrapassar o teto constitucional de R$ 33,7 mil – o mesmo de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) -, ela recebe do governo apenas R$ 3,2 mil.

Ela disse que não se arrepende de ter comparado seu caso ao trabalho escravo na petição encaminhada ao governo para receber o salário integral de ministro. “Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo”, diz.

Revista Veja

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A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, apresentou ao governo um pedido para acumular seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de 61.400 reais. Segundo informações da coluna de Andreza Matais, do jornal Estado de S. Paulo, desta quinta-feira, Luislinda reclama que devido ao teto constitucional só pode ficar com 33.700 reais do total de rendimentos, o que, para ela, “se assemelha ao trabalho escravo”.

A ministra contesta, em ação de 207 páginas, a regra do abate-teto, pela qual nenhum servidor pode ganhar mais do que um ministro do Supremo. Por isso, seu salário de ministra é abatido em mais de 27.000 reais, caindo para pouco mais de 3.000 reais. O salário de desembargadora, de 30.471,10 reais é preservado.

A ministra diz que a situação “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.

Procurada pelo jornal, a ministra filiada ao PSDB informou, por nota, que “não vai se pronunciar a respeito”. Ela assumiu a pasta em fevereir de 2017

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COMENTÁRIOS

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É isso ai Dona Luislinda Valois. Tem cobrar o seus direitos mesmo. Essa raça do cão que é o governo Temer não quer te pagar os 61 mil pq a Senhora é preta, esses racistas descarados, demônio nas costas. Se fosse algum branco reclamando esse salário, eles pagavam rindo. Por isso que eu odeio a elite branca !
Regilmar

É isso que eu chamo de parasita. Ganha 30 mil de salário que é provenientes de impostos, que é roubo. E quer mais ? Mais impostos tem que ser coletado pra ela ganhar mais ? Palhaçada isso ai ! Ela ta brincando com todo mundo. Não produz merda nenhuma pro país, só parasita os cofres públicos, e quer ganhar mais. PARASITA !
Raphael Hide

Vagabunda, rindo na cara dos pobres. Falar que ganhar 30 mil é trabalho escravo ? Ta brincando com a cara das pessoas que trabalham e ralam pra ganhar um mísero salário mínimo. Ela deveria ganhar a partir de agora um salário mínimo pra aprender a não zoar com a cara das pessoas.
Reacionário de Topete

TINHA QUE DÁ UMA PENA A ELA,DEIXAR ELA PASSAR 6 MÊSES COM UM SALÁRIO MINIMO PRA VER O QUE ELA IRIA FAZER,PQ GANHANDO TRINTA MIL REAIS RSTÁ ACHANDO QUE É SALÁRIO ESCRAVO.
Adevair Costa de Oliveira