
Pelo menos 15 pessoas morreram na Venezuela por conta do apagão que atinge o país nos últimos dias, conforme levantamento da organização não governamental (ONG) Codevida. As vítimas foram doentes renais que ficaram sem diálise em razão da falta de energia elétrica.
Segundo a ONG, a situação das pessoas com insuficiência renal é crítica porque quase todas as unidades de diálise estão paralisadas. Desde quinta-feira (7) um apagão atinge a capital Caracas e 22 dos 23 estados venezuelanos.
A crise sem precedente na Venezuela é vista por opositoresde ser o protagonista do colapso venezuelano.
Maduro foi reeleito para mais 6 anos de mandato em uma eleição suspeitas de fraudes, que tiveram horário ampliado, denúncias de fraude, tentativa de boicote da oposição, abstenção de 54% e falta de reconhecimento por grande parte da comunidade internacional.
Maduro era considerado um verdadeiro "revolucionário” por seu mentor Hugo Chávez, a quem conheceu em 1993. Mas adversários e ex-companheiros o acusavam de enriquecer empresários amigos e a cúpula militar.
"Foi subestimado pelos opositores e por muitos chavistas. Mas soube aproveitar os erros de uns e de outros, conseguindo anular seus adversários dentro e fora do chavismo", comenta à AFP Andrés Cañizalez, pesquisador em comunicação política.
O que se ver hoje na Venezuela é uma ditadura destroça que mata a população venezuelana de fome, falta de atendimentos hospitalar, crianças sem estudar e as forças armadas atirando contra seu próprio povo que tenta fugir do caos estalado no País.
Ainda há quem diga que maduro a vítima, inclusive uma parte pequena dos políticos brasileiros defendem a manutenção do ditador no cargo mesmo assistindo vidas sendo ceifadas pela crise estalada no País pelo atual Presidente.