
Depois de quase um mês dos desastres causados pelas fortes chuvas e vendavais, o Governo, Rui Costa, procura o governo federal para socorrer municípios atingidos pelas chuvas. O primeiro episódio de destruição causado pelas chuvas e fortes vendavais acontece no dia 28 de novembro de 2021.
As primeiras cidades atingidas por estes fenômenos da natureza, foram Itabela, Guaratinga e Eunápolis. Em Itabela foram 185 casas destelhadas e outras demolidas com a força do vento. Em Eunápolis além de casas a frente de um supermercado caiu.
Logo em seguida veio as chuvas fortes atingido toda a região, deixando um rastro de destruição em Itamaraju, Guaratinga, Prado, Porto Seguro e Jucuruçu. Passados quase um mês e só agora o governo do estado acordou pra realidade de que era preciso se reunir com os ministros do Governo Federal e se unir na luta de atendimentos as vítimas das enchentes e iniciar a dura tarefa de recuperação do sul e do extremo sul da Bahia.
Neste sábado dia 25 de dezembro, o Governo Federal, Governo da Bahia, senadores, secretários estaduais e municipais, se reuniu, em uma força-tarefa, para discutir ações de socorro às cidades baianas atingidas pelas fortes chuvas. Durante a reunião com a participação do Governador Rui Costa e dos Ministros da Cidadania, João Roma, do Desenvolvimento Rogério Marinho, da Saúde, Marcelo Queiroga e do secretário Nacional de Defesa Civil Cel Alexandre Lucas, foi montada uma operação conjunta de socorro aos municípios afetados pelas Chuvas. O Presidente Jair Bolsonaro determinou ampliação de esforços para atendimento à população.
O socorro do Governo Federal inclui combustível e aeronaves para auxiliar nos resgates. Uma base de apoio para facilitar as ações, instalada na cidade de Ilhéus, no sul do estado, terá o reforço de equipes da Polícia Militar da Bahia, do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, da Secretaria Nacional de Defesa Civil, Superintendência Estadual de Defesa Civil, e da Polícia Rodoviária Federal, que enviará aeronaves e agentes. Duas escolas na cidade de Ilhéus serão usadas como pontos de apoio para a operação. Uma servirá de alojamento para os agentes envolvidos na força-tarefa e a outra será o quartel general das atividades.
"O momento é de solidariedade e trabalho. As diferenças políticas precisam ser deixadas de lado e todos precisam estar unidos para ajudar as vítimas das enchentes", disse Rui Costa. Um discurso bem diferente do que tem adotado desde o começo das chuvas.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve na Bahia no domingo (12/12), para visitar as cidades atingidas pelo temporal, no sul do estado. Ele pousou em Porto Seguro por volta das 9h50, de onde pegou um helicóptero para sobrevoar a região. Coincidência ou não, o governador Rui Costa, também esteve no mesmo dia em Itamaraju e porque que Rui Costa não aproveitou e sentou com o governo federal e resolvesse a situação naquele dia, porque deixar para agora depois que tudo a conheceu e o sofrimento as famílias já dura quase um mês.
Agora depois de tanto sofrimento para as famílias, acontece esta união de forças dos governos, federal e estadual e que ainda conta com ajuda de outros estados. Equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e do Rio Grande do Norte estão a caminho de Ilhéus, também levando aeronaves e equipamentos para se juntar à operação.
No início da manhã, em outra reunião com secretários e técnicos do Estado, o governador Rui Costa já havia informado ter entrado em contato com governadores do Nordeste e de outras regiões para organizar a vinda do apoio necessário ao enfrentamento deste desafio de levar ajuda aos moradores das cidades alagadas. Os estados do Espírito Santo e Maranhão já indicaram que vão se unir aos esforços da Bahia e do Governo Federal.
Demorou muito para que rui costa tomasse a decisão acertada que é buscar a parceria do governo federal.
