
A cidade de Itabela com seus 33 anos, vive a pior situação de alagamentos desde sua criação em 1989. Isso devido ao crescimento populacional com construção em locais indevidos e com á pavimentação de ruas sem a construcao de redes de escoamento das águas que sem um destino certo escorre para as ruas não calçadas e o destino final são os quintais e conseguintemente as casas das pessoas.
No final de 2021 e começo de 2022, o extremo sul da Bahia a exemplo de outros estados brasileiros, foram atingidos por um fenômeno da natureza aonde ruas e casas ficaram tomadas pelas aguas. A cidade de Itabela não foi muito diferente de outras regiões, com casas ilhadas, ruas alagadas causando enormes prejuízos para quem quase nada tem e ainda perderam o pouco que tinha.
Nestas horas aparacem as propostas de se construir redes pluviais com recurso próprios e emendas parlamentares. Passados alguns meses dos acontecimentos, tudo volta à normalidade e as propostas caiem no esquecimentos e os problemas vão continuar, apenas foi adiado pela propria natureza que vai voltar trazendo novas chuvas e os alagamentos voltar a acontecer.
Na maioria dos municípios estes desastres causados pela própria natureza serve para engordar as contas públicas com o chamados decretos de calamidades públicas, que acaba dando aos gestores direitos de gastar recursos públicos sem licitações e conseguir recursos na esfera federal com base no sofrimentos da população.
Na maioria das vezes como tem acontecido em vários municípios do Brasil, a maior parte dos benéficos adquiridos com base nestes desastres naturais, não chegam aonde deviria, construção das redes pluviais e casas para colocar famílias que são atingidas pelas enxurradas causadas pelas fortes chuvas e acabam voltando para o mesmo local por não ter para aonde ir.
Itabela nos últimos 12 anos, entra e sai prefeitos, mais as redes para o escoamento de água nestes locais de alagamentos, ficam em segundo plano. O atual prefeito Luciano Francisqueto, que vem fazendo uma boa administração no município, completa 6 anos como mandatário deste município este ano e não fez uma rede pluvial se quer.
Os bairros mais atingidos por alagamento em dias de chuva, Ouro Verde, Manzolão, Irmã Dulce, Bandeirantes, Ubirajara Brito, Bacia, Praça do palmares e a rua ACM no centro. Os moradores destas localidades tem feitos muitos apelos a prefeitura municipal, mais os anos passam e os problemas só aumentam.
Um pequeno volume de chuva no começo desta semana foi suficiente para que os moradores das ruas, final da marechal Rondon, ACM e da rua Martha Fernandes no bairro Ouro Verde
