Donos de propriedades invadidas por MST acusa o movimento de ignorar ordem judicial e registra boletim de ocorrência sobre objetos que sumiram do local

Giro de Noticia - 07/04/2022 - 20:36


Os donos das  fazendas, Santa Lucia e a fazenda Frutelli Culturas Tropicais LTDA, situadas no município de Itabela, Extremo Sul da Bahia, ocupadas na madrugada de terça-feira (08/03/2022), por famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), acusam o movimento de descumprir uma Ordem Judicial expedida pela Juíza Substituta da Comarca de Itabela e registraram boletins de ocorrência sobre sumiço de vários objetos das propriedades.

A Ordem Judicial foi expedida pela Juíza da Vara Cível de Itabela,Tereza Julia do Nascimento, no 25/03/2022,determinando que os ocupantes deixassem o local em 24h. Mais os integrantes não acataram a decisão alegando que só iriam deixa o local após ter todo um tramite de desocupação que seria por meio da Casa Civil da Bahia.

Os ocupantes das fazendas foram notificados da decisão por um oficial de justiça que esteve nas propriedades, as 10h10m, de segunda-feira (28/03/2022) e certificou os ocupantes sobre a Ordem Judicia de reintegração, dando um prazo de 24h para a desocupação.

Diante do impasse a Juíza encaminhou um oficio  nº 014/2022, ao Comandante de Polícia Militar de Itabela, em apoio da reintegração de posse das fazendas, Santa Lucia, ou Conjunto Horizonte Verde e Frutelli Culturas Tropicais LTDA. O documento foi enviado no dia,31 de marco de 2022. 

Os donos das propriedades, relataram a redação do Giro de Noticias,  que foram a polícia  civil e registraram boletins de ocorrências sobre vários objetos que desapareceram das propriedades. arames e estacas de cercas, objetos  de uso como bomba costal e até eternit das cocheiras. Ele contou ainda, que mais de duas carroças de cupuaçu foram  extraídas das propriedades pelos ocupantes.

Segundo o MST a ocupação faz parte da Jornada de Luta das mulheres do MST. Na pauta defendida pelo movimento, estão os atos de denuncia em vários estados contra as multinacionais do agronegócio. Eles cobram ações do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a garantia da soberania alimentar.

Os donos das propriedades rebatem com veemência as alegações dos ocupantes de que as propriedades são latifundiárias e improdutivas. Segundo os donos das fazendas, as duas propriedades juntas, somam 383 hectares de área; sendo que 163 hectares são de matas nativas preservadas e 220 hectares são de área agricultável.

Ainda de acordo com os donos das fazendas invadidas, Santa Lucia e a fazenda Frutelli Culturas Tropicais LTDA,as propriedade foram adquiridas há mais de 35 anos, têm titulação e posse regular desde sua aquisição. Elas foram pioneiras e exemplares na produção irrigada de frutas em Itabela desde 1986, tendo contribuído para o desenvolvimento da região e criado empregos para mais de uma geração de famílias.

Os donos das fazendas contam que estão com muitas dificuldades para ter acesso às propriedades. Uma das preocupações deles, além da  colheita que está se aproximando, são as plantaçoes que tem prazos.

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Chama pra trabalhar de carteira assinada , ninguém quer,mas rouba oque dos outros aparece os montes, tinha que tomar vergonha na cara e comer do suor derramado do rosto,e não roubando as coisas dos outros,vai trabalhar cambada de desocupado,lute pelo que vcs suaram pra conquistar,eu sei o quanto eles trabalharam pra conquistar o que tem hoje
Vânia

MST é um projeto politiqueiro que visa manter o povo debaixo da servidão do movimento. Olha os assentamentos abandonados sem condições de manter a produtividade das terras recebidas. Sem falar dos que se beneficiam com verbas e maquinarios que vem e os cara tomam posse aram terras deles e cobram para ararem as dos outros.


Engraçado que onde há eternit fica as marcas acusações de roubo sem provas e de uma ação por dano coletivo que pode ser inpultada ao grupo frutelli.
Jabilas Firmino

Estes tem apoio ferrenho do Sempre presidiário Lula ex presidente. Estes movimentos tem suas reinvindicações válidas, mas muitos dirigentes usam má fé em suas ações e cometem crimes contra os donos das terras.
José Luiz de Oliveira