
Na noite desta segunda-feira (13 de junho de 2022), o Senado aprovou o texto base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que classifica os combustíveis como bens essenciais, consequentemente impondo um teto de 17% na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é cobrado pelos governos estaduais. Foram 65 votos a favor e 12 contrários. Dos 12 senadores que votaram contra projeto que limita o ICMS, 7 são petistas.
De acordo com os registros do Senado, do total dos 81 parlamentares da Casa, 78 estiveram presentes. Cid Gomes (PDT-CE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) não compareceram à votação, bem como Chico Rodrigues (União-RO).
A decisão dos senadores do PT de votar contra a redução do ICMS de energia elétrica, combustível, gás de cozinha e telefone, deixa muito claro que o partido não está e nunca esteve preocupado com os pobres. Os Lulistas falam o tempo todo que a inflação castiga os mais pobres, mas na hora de ajudá-los, pisam neles. Isso precisa ser divulgado e o povo deve saber a verdade.
Vejam os nomes dos 12 senadores que votaram contra a redução do ICMS e contra o povo:
Confúcio Moura (MDB).
Contarato (PT)
Flávio Arns (PODE)
Humberto Costa (PT).
Jaques Wagner (PT).
Jean Paul Prates (PT).
Marcelo Castro (MDB).
Nilda Gondim (MDB).
Paulo Paim (PT).
Paulo Rocha (PT).
Rogério Carvalho (PT).
Zenaide Maia (Pros).
Um dos senadores do PT a votar contra a redução dos preços dos combustíveis, gás de cozinha, energia elétrica e telefones, foi o senador Jaques Wagner da Bahia que no último domingo estava em Eunápolis fazendo campanha eleitoral e dançando a dança da “cobrinha” e na segunda-feira votou contra a redução do ICMS que vai beneficiar o povo mais pobres.
Pior ainda, que este senador que já foi governador por 8 anos, vem ao sul da Bahia fazer campanha mais esquece que o sul da Bahia vive um “caos” na segurança e na saúde pública. Enquanto a população sofre com estes descasos, ele faz dancinha da "cobrinha" e ainda vota contra redução dos ICMS.