
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comunicou aos líderes partidários nesta terça-feira (5/7) que vai garantir a instalação da CPI para investigar um suposto balcão de negócios do MEC a pedido da oposição, mais que também vai instalar mais duas CPI ligadas ao governo, para apurar obras atrasadas de educação nos governos do PT e também outra para investigar a atuação do narcotráfico e crime organizado na região Norte do país.
Nesta terça, Pacheco comunicou os líderes partidários que vai realizar a leitura dos requerimentos para a abertura de três CPIs: a da oposição para investigar uma suposta corrupção no MEC; e duas ligadas ao governo, para apurar obras atrasadas de educação nos governos do PT e também outra para investigar a atuação do narcotráfico e crime organizado na região Norte do país. A leitura dos requerimentos será feita durante sessão do Senado nesta quarta-feira (6/7)
No entanto, o senador disse que levaria para os líderes partidários a discussão do momento adequado para instalar as comissões, em particular por causa do ano eleitoral. Durante a reunião do colegiado, os líderes decidiram adiar a instalação para após as eleições de outubro.
O senador Randolfe Rodrigues, o mais interessado em CPI, que a exemplo da CPI da covid-19, transformou em um palco político e não deu em nada deu uma freada quando Pacheco anunciou a criação de três CPIs, sendo que duas delas seria para investigar ações ligadas ao PT. Já viu falar neste ditado popular, o “tiro saiu pela culatra”.
Randolfe Rodrigues após a fala do presidente do senado, diz que vai aguardar até o fim da semana a leitura do requerimento, antes de ingressar com ação no STF para obrigar a criação da CPI. Em relação às indicações, o líder da oposição disse que pretende esperar até o fim do recesso parlamentar, no início de agosto, antes de judicializar a questão.
Pacheco também disse a jornalistas que houve "um acordo" entre os líderes de bancada, que deixou a instalação da CPI para após as eleições.
Disse que a decisão não teve o intuito de ajudar ou prejudicar o governo. Apenas declarou que o momento não era "conveniente" para a atuação da CPI e que o momento eleitoral poderia prejudicar as investigações.
"É um encaminhamento lúcido, ponderado, muito lógico, até de que as CPIs podem existir mas esse é um momento que não é adequado para fazê-lo. Então, eu consigo ver que nessa ótica não há uma vontade deliberada, manifesta e mesmo oculta de se favorecer ou prejudicar o governo ou a oposição", afirmou.
Na verdade dos fatos, não haverá CPIs, a oposição queria um palanque político contra ao atual governo, como Pacheco deliberou duas CPIs que podem comprometer e muito o cenário político do PT, incluindo o Lula, a oposição vai saindo de fininho e CPIs devem memso é ficar em segundo plano.