
Número veio em linha com o esperado pelo mercado; contingente de pessoas ocupadas subiu para 98,7 milhões, o maior da série histórica iniciada em 2012
A taxa de desemprego no Brasil caiu para 9,1% no trimestre encerrado em julho de 2022, o menor patamar desde dezembro de 2015 e um resultado dentro do esperado pelo mercado (as estimativas eram de exatamente 9,1%, segundo o consenso Refinitiv).
O desemprego entre maio e julho recuou 1,4 ponto percentual na comparação trimestral, entre fevereiro abril (quando estava em 10,5%), e de 4,6 p.p. na anual, com o mesmo período de 2021 (quando foi de 13,7%).
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e foram divulgados nesta quarta-feira (31/08/2022) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A população desocupada caiu para 9,9 milhões de pessoas e é a menor desde o trimestre encerrado em janeiro de 2016, uma redução de 12,9% no trimestre (1,5 milhão de pessoas a menos) e 31,4% em um ano (menos 4,5 milhões).
Já o contingente de pessoas ocupadas subiu para 98,7 milhões, o maior da série histórica iniciada em 2012. Com isso, o nível de ocupação atingiu 57,0% (contra 55,8% no trimestre anterior e 52,8% há um ano).
“É possível observar a manutenção da tendência de crescimento da ocupação e uma queda importante na taxa de desocupação”, afirmou a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, na divulgação do indicador.
O presidente da república Jair Bolsonaro comemorou a redução na taxa de desempregados no brasil. Mesmo com a pandemia o presidente defendeu a economia e não deixou que o Brasil caísse no abismo da resseção e do desemprego como aconteceu em outros países.
O crescimento econômico e a alta na geração de emprego é resultado da luta de Bolsonaro contra o fica em casa, que poderia gerar mais um desastre, além da pandemia da covid teria outra pandemia do desemprego e da fome.