
Moradores da cidade de Ibotirama na Bahia, foram surpreendidos na manhã desta quinta-feira (8/9) pela prisão de um Policial Militar, que teve sua identidade preservada e o Presidente da Câmara de Vereadores Jean Charles Alexandre de 44 anos, do PSB (Partido Socialista Brasileiro) partido de Alckmin vice de Lula, como mandante da morte do bolsonarismo Marcello Leite Fernandes.
Marcello Leite Fernandes foi executado a tiros dentro de seu carro, em via pública na cidade de Ibotirama, na Bahia, no dia 21 de julho de 2022, A vítima usava uma camiseta de Bolsonaro no dia do crime e causou comoção na região.
Familiares e amigos acionaram o candidato a deputado federal e Capitão da Policia Militar da Bahia, André Porciuncula, que foi até a cidade e fez reunião reservada com a família para entender e acompanhar o caso, já que Marcello era um apoiador ativo na sua campanha.
Todos os moradores já comentavam que a motivação seria política e que o mandante seria o Presidente da Câmara de vereadores e um policial militar, porém, a mídia tratou logo de abafar as denúncias de motivação política e desacreditar quem denunciava o caso.
A operação Petunia, composta por policiais civis, militares e pelo Ministério Público da Bahia, além de prender o executor e mandante do assassinato do Bolsonarista, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão, inclusive na Câmara de Vereadores. Batizada de Petunia, a operação também cumpre mandados na Região Metropolitana de Salvador. Participam da ação diferentes setores da Polícia Civil, Polícia Militar e do Ministério Público da Bahia (MP-BA).
O crime
Marcello foi executado no dia 21 de julho dentro do próprio carro, estacionado às margens da BA-160. O crime foi flagrado por câmeras de segurança que registraram o momento em que dois homens, que estavam em uma moto, aparelharam com o veículo da vítima e dispararam.
À época do crime, políticos ligados ao bolsonarismo protestaram e cobraram do Governo do Estado que o caso fosse investigado. Eles acreditam que a morte ocorreu por motivação política, pois Marcello era um defensor ferrenho do presidente Jair Bolsonaro (PL) e não possuía desavenças na cidade e nem envolvimento em atividades criminosas.
A família espera que a rede Globo de Televisão seja imparcial e venha fazer a cobertura do caso.
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