Prefeito de Alcobaça e aliado do PT teve que sair escoltado pela PM após não receber os professores para tratar sobre recursos do Fundef.

Giro de Noticias - 11/10/2022 - 15:26


O motivo da desavença entre o gestor de Alcobaça, sul da Bahia, Zico de Baiato, no último dia 6 de outubro de 2022, foi pelo fato de o mesmo descumprir um acordo que existem entre o prefeito e a categoria da educação, sobre os recursos oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). 

O gestor quando candidato a prefeito em 2020, havia acordado de pagar os 60% do montante de uma Ação Judicial FUNDEF – Precatórios no valor de R$ 55.303.689,01 valor creditado em 2018, ao professores que trabalharam de 1997 a 2006 e após ser eleitos vem gastando todo o dinheiro e não efetuou o repaasse e ainda tem e se negado de receber a categoria. Ainda de acordo com as informações, o prefeito tinha uma reunião marcada com a APLB às 9 da manhã, em cima da hora teria remarcado a mesma para as 15h00, a qual não aconteceu.

O município de Alcobaça foi contemplado na ação indenizatória contra a União Federal, que não fez corretamente os repasses para os Municípios relativos ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) nos anos de 1997 a 2006, com uma valor total de R$ 98.184.545,66. Em 2018, ainda na gestão o do ex-prefeito, Léo Brito, o município recebeu sua primeira parcela no valor de R$ 55.303.689,01.

Os pagamentos dos Precatórios do Fundef resultam de ação judicial contra a União Federal, que não fez corretamente os repasses para os Municípios relativos ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Diversos municípios no Brasil ingressaram com ações contra a União para cobrar os valores não repassados.

Segundo as informações, o prefeito de Alcobaça, Zico de Baiato, teve que sair escoltado da Prefeitura pela Polícia Militar com medo dos professores do município, após o mesmo dar o chamado “chá de cadeira” de mais de 8 horas aos representantes dos profissionais em educação. Os professores cercaram a frente da prefeitura e o prefeito chamou a polícia militar para sair do prédio.

Os professores querem o pagamento dos 60% do FUNDEF aos magistérios, a aplicação total do percentual de 33,24% na folha de setembro e a aprovação da lei na câmara de vereadores para eleição plena para eleger diretores e vice-diretores das escolas municipais para o pleito de 2023 a 2024.

Eles reivindicam ainda, reformas de manutenções das escolas da rede municipal, estabelecer critérios em contratação que respeita as legislações educacionais (LDB) e pautas pedagógica e administrativa.

Antes de deixar o mandato o ex-prefeito Léo Brito, chegou a ir câmara municipal onde participou da sessão legislativa para tratar do repasse de 60% para os professores. Participaram doe vento, vereadores, representantes do Conselho Municipal de Educação (CME), da APLB/Sindicato, dos professores e profissionais do magistério.

Ainda segundo informações, há suspeitas de desvio de finalidade nos recursos do Fundef no município de acabaça. O recurso do precatório do fundef é destinados exclusivamente para ser gasto na área da educação

Uma ação proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado da Bahia (APLB), tramita na justiça requerendo os 60% para pagamento em forma de reposição da diferença deixada de ser repassada corretamente nos anos de 1997 a 2006 aos professores.

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EU

tar na hora da justisa dar um basta aqi em eunapolis tambem com cordelha aliada de bosonaro er acm neto ja tem mais de oito dia sem transporte escola retaliaçao por conta dos candidato dela nao ser bem votado na cidade
olha ae