
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou os valores máximos de diárias para as viagens de ministros pelo país. O dinheiro, que pode ser utilizado para hospedagem, alimentação e locomoção, chegará, em alguns casos, a R$ 900.
De acordo com a medida, publicada nesta sexta-feira (29), o reajuste pode chegar até 42% e será concedido a partir de 15 de fevereiro de 2024, seis meses antes do início do período eleitoral.
Este é o primeiro reajuste nas diárias de viagens nacionais de servidores públicos no governo do presidente Lula. Os valores haviam sido atualizados, em 2022, pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). Para ministros, as diárias subiram até 15%.
Os reajustes também serão aplicados, em valores diversos, para servidores públicos em viagens a trabalho pelo Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou os valores máximos de diárias para as viagens de ministros pelo país. O dinheiro, que pode ser utilizado para hospedagem, alimentação e locomoção, chegará, em alguns casos, a R$ 900.
De acordo com a medida, publicada nesta sexta-feira (29), o reajuste pode chegar até 42% e será concedido a partir de 15 de fevereiro de 2024, seis meses antes do início do período eleitoral.
Este é o primeiro reajuste nas diárias de viagens nacionais de servidores públicos no governo do presidente Lula. Os valores haviam sido atualizados, em 2022, pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). Para ministros, as diárias subiram até 15%.
Os reajustes também serão aplicados, em valores diversos, para servidores públicos em viagens a trabalho pelo Brasil.
Valores variam conforme os destinos
O decreto de Lula amplia o valor de custeio aos chefes de pastas para deslocamentos a Brasília, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo de R$ 668,15 para R$ 900, um crescimento de 34,7%.
Nas viagens dos ministros para capitais de Estados, o valor passará de R$ 598 para R$ 800, uma alta de 33,78%. Para os demais percursos, de R$ 527,84 para R$ 750, um crescimento de 42,1%.
No caso dos demais servidores públicos, os valores variam de acordo com o cargo. O mais alto cargo comissionado teve aumento no repasse em caso de deslocamento para Brasília/Manaus/Rio de Janeiro/São Paulo de R$ 508,38 para R$ 800, equivalente a 57,36% a mais. Para outros deslocamentos, o benefício para os ocupantes dos mais altos cargos comissionados aumentou de R$ 401,61 para R$ 650, uma alta de 61,8%.
O repasse não será distribuído aos funcionários que não saírem da própria região metropolitana em que estão instalados e aos que foram nomeados ou designados para servir no exterior.
O benefício é repassado pela metade quando o afastamento não exigir pernoite fora da sede; o deslocamento for no mesmo dia de retorno à sede; quando a União custear as despesas; quando o servidor ficar em imóvel que pertence à União, e quando compor a equipe de apoio às viagens do presidente ou do vice-presidente