Mais de 10 milhões de eleitores vão às urnas durante as eleições 2012 na Bahia. Só em Salvador, dois milhões de eleitores estão aptos a votar.
Assim que os eleitores chegarem ao local de votação, eles irão encontrar um mesário com uma máquina que irá liberar a votação. Dentro da sala, o eleitor irá encontrar uma urna, onde irá votar. O primeiro passo é chegar munido dos documentos pessoais: um documento com foto, que é obrigatório, e o título de eleitor, mas se não tiver o título, basta um documento com foto. O eleitor deve entregar os documentos pessoais a um mesário, que irá liberar a votação.
Na urna, o primeiro voto é para vereador. Cada um pode utilizar a sua "cola", escrita em um papel, adicionar o número do candidato, confirmar visualmente e logo após apertar a tecla "confirma". Logo depois, vem a escolha do prefeito. Caso o eleitor coloque algum número errado, é só apertar a tecla "corrige" e adicionar o número certo.
A estimativa do Tribunal Superior Eleitoral é de que cada eleitor irá levar 40 segundos para fazer a votação.
O analista jurídico do TRE, Jaime Barreiros, dá outras dicas. "O eleitor pode vestir a camisa com a cor que represente determinado partido. Não tem problema. Mas a camisa de candidato é vetada porque a legislação proíbe a distribuição de brindes. O eleitor pode, individualmente, através de adesivos na camisa, broches ou até mesmo uma bandeira, manifestar a sua preferência pelo candidato. O que é proibido é a distribuição de santinhos, a manifestação barulhenta do eleitor, a famosa "boca de urna". Isso é crime eleitoral e se algum eleitor for flagrado ele poderá ser detido", afirma o analista.
Segundo Barreiros, a comercialização de bebida alcoólica vai depender do juiz de cada cidade. "Não existe uma 'lei seca' estabelecida. É o juiz eleitoral através de portaria que, para manter a ordem da eleição, poderá ou não proibir a venda de bebida. Em alguns municípios do interior já existe a determinação da lei seca para o próximo domingo [7]".
O analista alerta também para a segurança nas eleições. "A eleição no interior é sempre uma festa, mas também uma batalha. Em 190 municípios o reforço policial já foi requisitado".
Fonte: G1 BA