Enquanto o PSDB não esconde de ninguém que o senador mineiro Aécio Neves é o candidato do partido para concorrer nas eleições presidenciais de 2014, o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB-SP), pediu calma à legenda. “Tem muito tempo pela frente, as coisas vão mudando. Há um período aberto que precisa ser preenchido com debate, análise, propostas, mais do que com candidaturas stricto sensu”, afirmou.
De acordo com a Folha de São Paulo, Serra defendeu também unidade contra a tentativa de Dilma Rousseff de continuar por mais quatro anos no poder, ao contrário do quadro que tem se desenhado, com o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (sem partido) como nomes quase certos no pleito. "Defendo que haja unidade grande entre aqueles que são críticos, dos que são oposição hoje no Brasil, em matéria de pensamentos, de projetos, e estou contribuindo para isso na minha possibilidade. Pretendo continuar contribuindo nessa direção independente do meu papel individual”, pontuou. Serra também aproveitou uma conversa com jornalistas e economistas, nesta quarta-feira (24), para criticar o governo federal, ao afirmar que o programa Mais Médicos “sataniza” a categoria e que o projeto seria um “golpe de marketing”.
Enquanto o PSDB não esconde de ninguém que o senador mineiro Aécio Neves é o candidato do partido para concorrer nas eleições presidenciais de 2014, o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB-SP), pediu calma à legenda. “Tem muito tempo pela frente, as coisas vão mudando. Há um período aberto que precisa ser preenchido com debate, análise, propostas, mais do que com candidaturas stricto sensu”, afirmou.
De acordo com a Folha de São Paulo, Serra defendeu também unidade contra a tentativa de Dilma Rousseff de continuar por mais quatro anos no poder, ao contrário do quadro que tem se desenhado, com o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (sem partido) como nomes quase certos no pleito. "Defendo que haja unidade grande entre aqueles que são críticos, dos que são oposição hoje no Brasil, em matéria de pensamentos, de projetos, e estou contribuindo para isso na minha possibilidade. Pretendo continuar contribuindo nessa direção independente do meu papel individual”, pontuou. Serra também aproveitou uma conversa com jornalistas e economistas, nesta quarta-feira (24), para criticar o governo federal, ao afirmar que o programa Mais Médicos “sataniza” a categoria e que o projeto seria um “golpe de marketing”.