Brasil- As centrais sindicais preparam para esta sexta-feira (30) o Dia Nacional de Mobilização, uma paralisação de várias categorias de trabalhadores que deve se espalhar pelo País. A manifestação deve atingir as principais capitais do Brasil e tem entre as reivindicações o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e o combate à terceirização.
O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulinho da Força (PDT-SP), afirmou que a pauta "inclui reivindicações como o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, a questão da terceirização, 10% do PIB para educação e 10% para a saúde, além de estamos contra a política econômica do governo, entre outros".
Existe muitas críticas à política econômica, que puxa isso tudo. As centrais estão unidas, umas com mais força e outras com menos.
O atos estão previstos para acontecer durante todo o dia, mas a organização promete não atrapalhar a população. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) informou, por meio da assessoria, que a intenção não é "atrapalhar a população", mas avisá-los sobre o que está sendo reivindicado.
Não haverá greve. O que faremos é uma mobilização para que todos saibam pelo que os sindicatos estão lutando. A intenção não é atrapalhar a vida de ninguém.
As mobilizações devem começar a partir das 5 da manhã em boa parte do bresil. A CUT não especula sobre a quantidade de gente que deve aderir à paralisação, mas espera que a seja uma continuação das mobilizações realizadas no dia 11 de julho em todo o País.