Professores em greve interditam a Prefeitura de Santa Cruz Cabrália.

Toda Hora noticias - 03/09/2013 - 18:02


Santa Cruz Cabrália- Professores grevistas, já há quinze dias, ocuparam a frente da prefeitura de Santa Cruz Cabrália na manhã desta terça feira (03). Segundo o presidente da APLB José Feliciano eles ocuparam a frente do prédio bloqueando a entrada de pessoas e funcionários, até que o prefeito, em pessoa se apresente para entrar em acordo com o comando de greve. 

Segundo Feliciano, “faremos este apitaço e bloqueio à Prefeitura, até que o senhor Jorge Pontes (PT) venha pessoalmente conversar com conosco, se não, estamos preparados para pernoitar na Câmara de Vereadores”.

Estão presentes no movimento professores grevistas, pais, alunos, professores e representações indígenas e a sociedade em geral. Está lá também, no movimento, o presidente da APLB de Belmonte, Rodrigo e para ele é uma pena recorrer à greves para ter os direitos enquanto trabalhadores, atendidos.” Nosso movimento não é ilegal, quem é ilegal é quem não está aqui”.  Disse Rodrigo referindo-se ao prefeito.

 “A nossa luta, desde fevereiro, foi pela implementação do reajuste de 7,9% do piso salarial nacional. Como há uma resistência muito grande por parte da prefeitura em cumprir a lei do piso, entramos com um mandado de segurança e no dia 20 de agosto a Justiça concedeu à categoria uma liminar favorável”, explicou José Feliciano, ressaltando que o pagamento desse reajuste é assegurado tanto pelo plano de carreira da categoria quanto por lei nacional.

 “O piso salarial nacional não deveria sequer ser discutido pelos prefeitos, porque quando se reajusta o salário mínimo todos os entes federados já sabem é uma obrigação a ser cumprida. Da mesma forma deveria ser o piso salarial nacional dos professores, mas infelizmente ainda há uma grande resistência por parte de muitos gestores, e em Cabrália não é diferente”, disse o dirigente sindical.

 “Nos anos anteriores também foi dessa forma, para conseguirmos que a lei fosse cumprida tivemos que fazer protestos e greves. Agora estamos há 17 dias em greve e não tivemos nenhum retorno da prefeitura”, acrescentou.

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