Taxista é morto a golpes de arma branca em suposto assalto em Eunápolis.

Redação.Com informações Radar - 29/09/2013 - 10:10


Eunápolis - A polícia eunapolitana esta investigando a morte do taxista José Eduardo Santos, 61 anos, morto a golpes de arma branca, na tarde deste sábado (28), em Eunápolis. Crime ocorreu em uma fazenda às margens da BR-367, a menos de quilômetros do centro de Eunápolis.

O delegado que esta apurando os fatos suspeita de latrocínio, quando o roubo é seguido de morte, já que havia sinais de luta corporal e a camisa do taxista estava rasgada.

Pelos sinais encontrados no local do crime, fica evidente que o taxista tenha saído do carro para fechar a porteira, momento em que o bandido pode ter aproveitado a oportunidade para abordar a vítima.

A polícia não descarta de que houve luta corporal entre a vítima e o autor. “Já tivemos informação que os bandidos têm agido neste local, roubando até com facão. O mais provável e de que o taxista tenha resistido ao assalto” informou o tenente Alex Lima.

O corpo do taxista foi encontrado em uma área de pastagens cerca de 20 metros de onde o veículo ficou parado com a chave na ignição e com uma das portas aberta. Quatro horas depois do assassinato, um tratorista passou pela estrada e acionou a Polícia Militar.

Outros taxistas disseram à polícia que José Eduardo voltava da fazenda Alvorada, onde deixou trabalhadores que fizeram compras em um hipermercado de Eunápolis.

Os médicos legistas ainda não divulgaram que tipo de arma foi usada pelo bandido, mas pelos cortes a suspeita é que tenha sido um facão.

A mulher do taxista e um enteado estiveram no local do crime e fizeram o reconhecimento do corpo. Em estado de choque, eles não tiveram condições emocionais de prestar qualquer informação.

Colegas de trabalho de José Eduardo contaram que ele tinha um ponto em frente ao Atacadão Rondelli, na BR-367 e costumava levar passageiros para a fazenda.

Os amigos denunciam que na área acontecem muitos assaltos e, por conta disso, se recusam a transportar passageiros para a fazenda.

José Eduardo trabalhava no ramo há quase 20 anos e morava no bairro Rosa Neto.

Foto: Gustavo Moreira/RADAR 64

 

 

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isso é uma barbaridade.
daiani