O impasse, de acordo com informações de bastidores, ocorre devido apenas seis dos onze Vereadores defendem a aprovação das contas do ex-gestor, no exercício 2012, número insuficiente para a aprovação das contas. Sem argumento para uma mudança na opinião dos parlamentares, quatro vereadores decidiram ganhar tempo e decidiram não comparecer as sessões, adiando assim a votação.
Devido este impasse que vem causando prejuízos à Casa, com a falta de votação de projetos que já se encontram na Secretaria da Câmara para a apreciação e a exposição de parlamentares junto a sociedade, o Presidente decidiu convocar seis Sessões Extraordinária, para os dias 06 e 09 de junho.
Como alguns desses parlamentares estão esgotando o numero de falta, o não comparecimento nas próximas reuniões pode lhe custar o mandato. Pela legislação federal aplicável, o parlamentar não pode se ausentar cinco sessões extraordinárias.
Nesta quinta-feira, durante a sessão no plenário, o presidente revogou a decisão da Mesa, constante no Ato n° 005/2014, emitido em 13 de maio de 2014 e acatou o pedido dos vereadores José Alencar Arrabal e José Amaro Roseira, para que as contas fossem julgadas e votadas em plenário, com a presença de pelo menos oitos dos onze vereadores da casa, que representam dois terços.
O pedido dos vereadores havia sido encaminhado a Assessoria Jurídica da Casa, com fundamento na Constituição Federal, o parecer jurídico foi favorável aos solicitantes.