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O valor da alimentação teve um alamento de mais de 70% em aeroportos e dentro dos estádios brasileiros. No Aeroporto de Confins, Região Metropolitana de Belo Horizonte, um pão de queijo custa R$ 4,00, Um cafezinho expresso, R$ 4,25. “Você, que poderia comer dois pães de queijo, só vai comer um. Se pudesse, até repartia com o companheiro”, comenta o petroleiro José Wilson Bernardo.
Outro problema pode ter sido a redução de restaurantes e lanchonetes, desativados por causa das obras. “Não tem concorrência, então põe o preço que quer”, constata um passageiro.
A Infraero criou lanchonetes com preços de 15 produtos controlados em algumas cidades-sede da Copa, disponíveis nos aeroportos do Recife, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Santos Dumont e Galeão, no Rio, Congonhas, em São Paulo, e em Curitiba. Manaus e Cuiabá também devem receber a iniciativa, mas locais como Guarulhos e Brasília, em que os aeroportos são privatizados, a concessionária tem autonomia para definir o modelo de negócio.
Segundo a Associação Nacional de Concessionárias de Aeroportos Brasileiros, três fatores encarecem os alimentos: o preço alto dos alugueis, o custo com funcionários bilíngues e o horário de funcionamento, no caso em que as lanchonetes ficam abertas 24 horas. Informações do G1
Veja a lista completa de quando vão custar os produtos vendidos dentro dos estádios durante a copa do mundo.
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Foto: Reprodução / TV Globo